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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Superar a “Tendência da Normalidade”

A “tendência da normalidade” é perigosa, e quase todas as pessoas a têm. Pode dizer-se que é algo normal ter a “tendência da normalidade”, mas aqui ficam as razões  porque deve fazer o seu melhor para a superar ...

A “tendência da normalidade” é um estado mental que as pessoas têm frente á possibilidade de uma crise ou desastre. Porque isso nunca lhes aconteceu antes, assumem que isso nunca irá acontecer.

Isso faz com que as pessoas subestimem a possibilidade da ocorrência de um desastre e os

seus possíveis efeitos. Muitas vezes isso acontece  em situações em que as pessoas não conseguem   preparar-se adequadamente para um desastre.

O pressuposto  em que se baseiam,  é que uma vez que um desastre nunca ocorreu, então nunca irá ocorrer .

Isto também resulta na incapacidade das pessoas para lidar com um desastre uma vez queele ocorra.  

As pessoas com uma “tendência da normalidade” têm dificuldade em  reagir a algo que não tenham experienciado  antes .

Também tendem a interpretar os avisos da forma mais optimista possível, convencendo-se de que é uma situação menos grave. Portanto , elas pensam que tudo vai ficar bem.

É semelhante ao efeito da avestruz , evitam a aceitação dos riscos, fingindo que eles não existem. O efeito avestruz vem da lenda popular, de que as avestruzes enterram a cabeça num buraco para evitar o perigo.


Ter uma grande “tendência da normalidade”  irá impedir a pessoa de se preparar ou ter planos para um desastre.

Talvez a primeira habilidade de sobrevivência que alguém pode ter, é a de eliminar a sua “tendência da normalidade”; ter a percepção de que as coisas podem mudar, e rapidamente. É completamente impossível pensar ou ter planos para um desastre se a sua mente não puder aceitar o que pode realmente acontecer.

As pessoas são criaturas de hábitos . Nós vamos trabalhar da mesma forma todos os dias. As nossas rotinas são praticamente sempre  as mesmas ( a rotina da  semana  e a rotina do fim-de-semana ) . Temos tendência para fazer tudo da mesma forma, ou semelhante á que fizemos da última vez. Pense sobre as coisas que faz na sua vida durante uma semana. A maioria das pessoas fazem as mesmas coisas todas as semanas, até da mesma forma  e com a mesma regularidade. E isto, ano após ano...

Isto vai contra a nossa natureza de pensar ou agir, para além da nossa "normalidade" . No entanto, posso dizer-vos  que uma vez que a pessoa  tomar a "pílula vermelha" (referência a Matrix) e romper com  a sua velha maneira de pensar ( o que é emocionante, e pode ser um pouco assustador), para ver o que deve  perceber e ver, às vezes fora da sua zona de conforto.  Só então é que a pessoa pode realmente começar a perceber o que está a acontecer do lado de fora da sua “parede”, assim como os riscos ( e oportunidades) que lá estão presentes.
Fonte: traduzido de http://modernsurvivalblog.com 

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Foxhole, o radio de Trincheira



O foxhole  é um radio super simples de construir pois não usa nenhum componente eletronico. Ele é um radio improvisado que foi amplamente utilizado pelos soldados nos campos de batalha na Segunda Guerra Mundial. É feito com um lápis de grafite, uma lâmina de barbear ou uma lâmina de aço comum,  um fone,  fio de cobre ou arame, pregos, alfinete e um tubo de cartão tipo o tubo do rolo de papel higiênico.



sábado, 12 de outubro de 2013

Bloomberg prevê o apocalipse da economia global

         
Os EUA ainda não conseguem definir uma solução para a crise orçamental, o que, por sua vez, adia as negociações sobre outro tema importante – o de aumento do teto da dívida pública. No entanto, a falta de notícias dos EUA já faz com que os mercados mundiais comecem a sentir febre. Por sua vez, a agência Bloomberg prognostica um apocalipse global, caso o congresso americano não seja capaz de encontrar uma solução até 17 de outubro. Para esta data, o tesouro público dos EUA ficará apenas com 30 bilhões de dólares, o que equivaleria a uma falência técnica da maior economia mundial. A Bloomberg, uma das mais prestigiosas agências de informação empresarial, prediz o colapso da economia mundial, se os EUA declararem a suspensão do pagamento da dívida e não estiverem em condições de pagar as obrigações estrangeiras. Os analistas comparam a suspensão do pagamento da dívida com a falência do banco de investimento Lehman Brothers que antecedeu a crise de 2008, e afirmam que agora tudo vai ser ainda pior. Naquela altura, a quebra do Lehman Brothers provocou uma recessão, a mais grave desde os tempos da Grande Depressão nos EUA, tornando-se ponto de partida da crise financeira global, da qual o mundo não se consegue recuperar até ao momento atual. Se agora os EUA pararem de pagar a dívida, isto levará à desestabilização dos mercados de valores desde São Paulo até Zurique, paralisando o mecanismo creditício ao serviço da dívida pública, cujo valor atinge 5 trilhões de dólares. Por sua vez, o último derrubará a moeda americana empurrando a economia global para o "fim do mundo", acreditam na Bloomberg. Os países que investiram nos títulos americanos mais que todos – a China e o Japão – serão os mais afetados. Enquanto isso, uma semana de paralisação do governo dos EUA já reduziu em 0,2% os ritmos de crescimento do PIB. A situação é bastante complicada. São a reputação dos EUA e o sistema político do país que sofrem maiores prejuízos devido à incerteza orçamentária, julga Valeri Piven, analista da empresa Life Capital ProBusinessBank: “Os investidores começam a duvidar da eficiência do aparelho estatal dos EUA. No que diz respeito a outros efeitos vinculados ao pagamento dos serviços da dívida pública, serão danificados praticamente todos, inclusive os países que não têm investimentos volumosos. Porque a taxa de títulos do tesouro é um marco de referência sui generis. No caso de aumento dos riscos de não-pagamento essa taxa irá crescer, e logo a seguir irão crescer também as taxas de todas as obrigações existentes no mundo. Em resumidas contas, o custo dos empréstimos será maior.” O Congresso dos EUA ainda tem nove dias para a salvação. No entanto, a confrontação dos democratas e dos republicanos continua, comenta Alexei Golubovich, presidente da companhia Arbat Capital: “No Congresso está decorrendo uma luta entre os republicanos e os democratas que disputam concessões em algumas verbas do orçamento e também o programa de seguro de saúde, o qual os republicanos pretendem cortar, enquanto Obama atua, neste caso, desde uma posição populista. Este é o significado de todos os acontecimentos. Os republicanos precisavam inicialmente de bloquear o financiamento orçamentário do governo, o que eles alcançaram fazer, para mostrarem que, seja como for, têm algumas forças para continuar resistindo ante Obama.” Muitos especialistas não compartilham o pessimismo da Bloomberg e o consideram prematuro. Eles acreditam que o desenvolver da situação não chegará até a moratória. Mais cedo ou mais tarde, pensam eles, os republicanos e os democratas irão acordar no Congresso tanto sobre uma possível redução das despesas como sobre o aumento do teto da dívida pública, crê Alexei Golubovich: “O limite da dívida publica não pode ficar sem ser aumentado, o que é evidente para sérios economistas e especialistas em matéria de mercados financeiros, portanto não se pode tratar de nenhuma falência dos EUA. Nos EUA será encontrada uma forma de chegar a acordo e as despesas orçamentárias prosseguirão sendo financiadas. Na melhor das hipóteses, o orçamento ficará ligeiramente cortado sob a pressão dos republicanos; na pior opção, os republicanos se renderão.” Raymond McDaniel, CEO da Moody’s, influente agência de notação financeira, também não duvida que a falência dos EUA é pouco provável. Segundo ele, a versão da moratória por parte do Tesouro é "fantástica”. Ao argumentá-lo McDaniel se refere aos acontecimentos de há dois anos. Naquela altura, a decisão sobre o aumento do teto da dívida pública também demorou bastante tempo devido à confrontação no congresso, mas afinal de contas os republicanos e os democratas lograram chegar ao consenso.

Fonte: Rádio Voz da Russia

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Sismo vai matar dezenas de milhar em Portugal


Especialistas alertam que edifícios não estão preparados, nem sequer os hospitais

Os maiores especialistas portugueses em sismos avisam que Portugal pode sofrer, a qualquer momento, um terramoto e um tsunami semelhantes aos que vimos no Japão e que vai matar dezenas de milhar de pessoas
porque o país não está preparado. A Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica, num documento a que a TVI teve acesso, avisa que em Portugal nem sequer os hospitais estão preparados para um sismo.

Portugal sofreu em 1755 um terramoto de magnitude 8,5 a 9, semelhante ao do Japão. E é uma certeza científica que vai repetir-se a qualquer momento. «Pode ser amanhã, pode ser depois de amanhã. É errado pensar que só será em 2755», disse à TVI Maria Ana Viana Baptista, geofísica.

O Laboratório Nacional de Engenharia, em 2005, previu que o grande terramoto vai matar entre 17 mil e 27 mil pessoas, mas essa estimativa peca por defeito. O grande problema está na falta de resistência da maioria dos edifícios portugueses, ao contrário do que acontece no Japão, explica Mário Lopes, professor do Instituto Superior Técnico.

«Conhecendo a cidade de Lisboa, receio que possamos ter riscos acentuados em mais de 50 por cento dos edifícios da cidade», disse João Appleton, engenheiro civil.

Para o economista António Nogueira Leite, um sismo «teria um impacto na economia portuguesa equivalente a um ano de criação de riqueza».

As políticas de controlo da qualidade da construção e os planos de reabilitação urbana têm ignorado a
maior ameaça que paira sobre a economia e a vida dos portugueses

O Algarve, o Litoral Alentejano e a grande Lisboa, serão gravemente afectados pelo sismo que pode acontecer a qualquer momento. Como no Japão, as zonas costeiras e as margens do Tejo vão voltar a sofrer o impacto mortífero de uma onda gigante.

Em Julho de 2010 todos os partidos votaram, por unanimidade, uma recomendação ao governo, para que se crie com urgência um plano nacional com vários pontos decisivos: redução da vulnerabilidade sísmica das infra-estruturas hospitalares, escolares, industriais, governamentais, de transportes, energia, património histórico e zonas históricas dos núcleos urbanos. A resolução recomendava ainda ao governo o reforço do controlo da qualidade dos edifícios novos e a obrigatoriedade de segurança estrutural anti-sísmica nos programas de reabilitação urbana.

Oito meses depois, o governo não fez nada: limitou-se a propor um modelo de seguros, para indemnizar os
prejuízos materiais dos sismos. A Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica, num parecer enviado ao parlamento, reagiu com indignação: «A opção do governo é ineficiente, eticamente condenável porque não se preocupa com a salvaguarda da vida humana e contraria a resolução da Assembleia da República».

A verdade é esta: quando o sismo chegar, a Assembleia da República vai ficar de pé, porque recebeu obras de reforço anti-sísmico. Mas os principais hospitais de Lisboa, por exemplo, deverão colapsar.

Fonte: TVI24

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Homenagem aos bombeiros de Portugal

  

                   Deixamos aqui a nossa humilde homenagem a estes bravos homens que combatem o fogo e arriscam as suas próprias vidas para que este país não arda de uma vez...

 As nossas sinceras condolências aos familiares dos bombeiros falecidos.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Rússia adverte Obama - Guerra mundial por causa do "apocalipse apícola" pode estar para breve

Os minutos chocantes relacionados à reunião do presidente Putin na semana passada com o Secretário de Estado dos EUA John Kerry revela a "extrema indignação" sobre a contínua proteção que o regime de Obama oferece às gigantes globais de sementes e plantas Syngenta e Monsanto frente ao crescente "apocalipse apícola" o qual o Kremlin alerta que "certamente" levará a uma guerra mundial.
De acordo com a ata, divulgada no Kremlin hoje pelo Ministério dos Recursos Naturais e Meio Ambiente da Federação Russa (MNRE), Putin estava tão revoltado com a recusa do regime de Obama em discutir este assunto tão grave que ele recusou por três horas até mesmo se reunir com Kerry, que viajou a Moscou em uma missão diplomática programada, mas depois cedeu, de forma a não provocar um racha ainda maior entre as duas nações.
No centro dessa disputa entre a Rússia e os EUA, este relatório MNRE diz, é a "prova incontestável" de que uma classe de inseticidas neuro-ativa quimicamente relacionados com a nicotina, conhecidos como neonicotinoides, está destruindo nossa população de abelhas do planeta, e que se não for devidamente controlado pode destruir a capacidade do nosso mundo de produzir alimentos suficientes para alimentar sua população.
Tão grave que esta situação se tornou, os relatórios MNRE, a Comissão Europeia (CE) inteira instituiu na semana passada uma proibição preventiva de dois anos (previsto para começar em 1 º de dezembro de 2013) sobre esses pesticidas "exterminador de abelhas" seguindo o exemplo da Suíça, França, Itália, Rússia, Eslovênia e Ucrânia, os quais já haviam banido estes mais perigosos dos organismos geneticamente modificados de serem usados no continente.
Dois dos mais temidos neonicotinoides banidos foram o Actara e o Cruiser feitos pela global bio-tech e fabricante de pesticidas a gigante suíça Syngenta AG que emprega mais de 26 mil pessoas em mais de 90 países e ocupa a terceira posição no total de vendas globais no mercado de sementes agrícolas.
Importante observar este relatório diz, é que a Syngenta, junto com as gigante bio-tech Monsanto, Bayer, Dow e DuPont, agora controlam quase 100% do mercado global de pesticidas geneticamente modificados, plantas e sementes.
Também é digno de nota sobre a Syngenta, o relatório continua, é que em 2012 ele foi acusada criminalmente na Alemanha por ocultar o fato que seu milho geneticamente modificado matou o gado, e estabeleceu-se um processo de ação coletiva nos EUA em 105 milhões de dólares depois que se descobriu que tinha contaminado o abastecimento potável de cerca de 52 milhões de americanos em mais de 2.000 distritos de água com o seu herbicida Atrazina.
De como incrivelmente assustadora esta situação é, o MNRE diz, pode ser visto no relatório divulgado em março deste ano pela American Bird Conservancy (ABC), em que eles alertaram que todo o nosso planeta está em perigo, e como se pode, em parte, leia-se:
"Como parte de um estudo sobre os impactos das mais utilizada classes de inseticidas no mundo, produtos químicos da nicotina, chamado neonicotinóides, American Bird Conservancy (ABC) pediu a proibição de seu uso como tratamento de sementes e a suspensão de todos os pedidos pendentes uma revisão independente dos efeitos dos produtos nas aves, invertebrados terrestres e aquáticos, e outros animais selvagens.

Está claro que estes produtos químicos têm o potencial de afetar toda a cadeia alimentar. A persistência ambiental dos neonicotinóides, a sua propensão ao escoamento e infiltração de águas subterrâneas, e seu modo cumulativo e em grande parte irreversível de ação em invertebrados levantam preocupações ambientais significativas " disse Cynthia Palmer, co-autora do relatório e Gerente do Programa de Pesticidas da ABC, uma das principais organizações de conservação de aves daquele país.
ABC comissionou o mundialmente renomado toxicologista ambiental Dr. Pierre Mineau para realizar a pesquisa. O relatório de 100 páginas, "O impacto dos inseticidas mais amplamente usado da nação em pássaros", analisa 200 estudos sobre os neonicotinóides, incluindo a investigação industrial obtida através da Lei de Liberdade de Informação dos EUA. O relatório avalia o risco toxicológico para as aves e os sistemas aquáticos e inclui extensas comparações com os pesticidas mais velhos que os neonicotinóides têm substituído. A avaliação conclui que os neonicotinóides são letais para as aves e para os sistemas aquáticos dos quais elas dependem.


"Um único grão de milho coberto por neonicotinóide pode matar um pássaro" disse Palmer. "Mesmo um pequeno grão de trigo ou canola tratado com os antigos neonicotinóides - chamados imidacloprid - podem envenenar fatalmente um pássaro. E um pouco como 10% de um milho coberto de neonicotinóide plantado por dia durante uma estação de ovulação é o bastante para afetar a reprodução".
O novo relatório conclui que os níveis de contaminação por neonicotinóides tanto em água superficial quanto subterrânea nos Estados Unidos e ao redor do mundo já estão para além do limiar encontrado para matar muitos invertebrados aquáticos.
Seguindo rapidamente este relatório condenatório, o MRNE diz, um grande grupo de grupo de apicultores e ambientalistas americanos processou o regime Obama pelo uso continuo desses neonicotinóides afirmando: "Estamos levando a EPA para o tribunal por sua incapacidade de proteger as abelhas de pesticidas. Apesar de nossos melhores esforços para alertar a agência sobre os problemas gerados pelos neonicotinóides, a EPA continua a ignorar os sinais claros de um sistema agrícola em apuros ".
E quão mal o sistema agrícola do mundo tornou-se devido a estas plantas geneticamente modificadas, pesticidas e sementes, este relatório continua, como visto pela proposta da CE na semana passada, após a sua proibição de neonicotinóides, em que pretende criminalizar quase todas as sementes e plantas não registradas com a União Europeia, e como podemos, em parte, leia-se:
"A Europa está correndo para os bons velhos tempos de 1939, 40 ... A nova lei proposta pela Comissão Europeia tornaria ilegal a plantar, reproduzir ou comercializar as sementes vegetais que não foram testadas, aprovadas e aceitas pela nova burocracia da UE denominado "Agência de Variedades Vegetais da UE".
Chama-se a Lei do Direito Reprodutivo do Plantio, e ela tenta imputar ao governo o encargo de praticamente todas as plantas e sementes. Jardineiros que cultivam suas próprias plantas a partir de sementes não regulamentadas seriam considerados criminosos nos termos desta lei".
O relatório do MRNE aponta que, embora essa ação da CE parece draconiana, contudo, é necessária a fim de limpar o continente da contínua contaminação dessas geneticamente criadas "sementes monstruosas".
Mais desconcertante em tudo isso, o MRNE diz, e que levou Putin à ira com os EUA, tem sido os esforços da administração de Obama para proteger os lucros dos produtores de pesticidas acima do prejuízo catastrófico que está sendo feito no meio ambiente, e como o Guardian News detalhada em seu artigo de 02 de maio intitulado "EUA rejeita a alegação de inseticida da UE como principal razão para o distúrbio do colapso das colônias (de abelhas)" e que, em parte, diz:
"A União Europeia votou esta semana pela suspensão de dois anos para uma classe de pesticidas, conhecidos como neonicotinóides, que tem sido associados com o colapso das abelhas. O relatório do governo dos EUA, ao contrário, encontrei várias causas para o colapso das abelhas ".
Para a "mais verdadeira" razão da proteção de Obama a esses gigantes bio-tecnologicos destruindo nosso mundo, o MRNE diz, como pode ser visto no relatório intitulado "Como é que Barack Obama se tornou o homem da Monsanto em Washington?" E que diz:
"Depois de sua vitória na eleição de 2008, Obama encheu os postos-chave com pessoas Monsanto, em agências federais que exercem uma força tremenda em questões alimentares, o USDA e o FDA: No USDA, como o diretor do Instituto Nacional de Alimentação e Agricultura, Roger Beachy, ex-diretor da Monsanto Danforth Center. Como vice-comissário da FDA, o czar das novas questões de segurança alimentar, o infame Michael Taylor, ex-vice-presidente de políticas públicas da Monsanto. Taylor foi fundamental na obtenção de aprovação do hormônio de crescimento bovino geneticamente modificado da Monsanto ".

E ainda pior, depois que a Rússia suspendeu a importação e uso do milho geneticamente modificado da Monsanto, após um estudo sugerindo uma ligação ao câncer de mama e danos em órgãos, em setembro passado, o serviço de notícias Russia Today informou sobre a resposta Obama:
"A Câmara dos Deputados dos EUA aprovou discretamente uma adição de última hora para o Lei de Apropriação Agrícola para 2013 na semana passada - incluindo uma provisão proteger sementes geneticamente modificadas de processos judiciais frente a riscos à saúde.

O piloto, que é oficialmente conhecido como o Garantia de Provisão ao Fazendeiro, foi ridicularizado pelos adversários do lobby da biotecnologia como a "Lei de Proteção de Monsanto", como ele iria tirar tribunais federais a autoridade de suspender imediatamente o plantio e comercialização de organismos geneticamente modificados (OGM ) colheita de sementes, independentemente de quaisquer preocupações com a saúde do consumidor.

A provisão, também denunciada como um "piloto de biotecnologia", deveria ter ido através dos Comitês Agrícolas Judiciários para revisão. Em vez disso, não foram realizadas nenhuma audiência, e era evidentemente desconhecida para a maioria dos democratas (que detêm a maioria no Senado), antes de sua aprovação como parte do RH 993, o projeto de lei de financiamento de curto prazo, que foi aprovado para evitar um desligamento do governo federal ".
Em 26 de março, Obama assinou discretamente este "Ato de Proteção à Monsanto" em lei garantindo, assim, que o povo americano não tenha nenhum recurso contra esse gigante bio-tecnológico, e que eles adoeçam as dezenas de milhões, muitos milhões e certamente acabem morrendo pelo que este relatório do MRNE chama de o maior apocalipse agrícola na história humana com que mais de 90% da população selvagem de abelhas em os EUA já morreram, e até 80% das abelhas domésticas ter morrido também.

Via EU Times

Tradução por Conan Hades
PORTAL LEGIONÁRIO

sábado, 8 de junho de 2013

"Sólo un acto de locura nos separa del mayor cataclismo social que jamás se haya visto"

Las autoridades federales de EE UU siguen visiblemente preocupadas por el riesgo que supondría para la nación un ataque EMP, pulso electromagnético por sus siglas en inglés, con independencia de que éste fuese desencadenado por una tormenta solar extrema o por una detonación nuclear en atmosfera sobre su territorio, cuyo radio podría alcanzar también a sus países vecinos, México y Canadá. Según el Presidente del Comité de Defensa del Parlamento del Reino Unido, James Arbuthnot, "tenemos
que presentar a la atención internacional el hecho de que, potencialmente, se trataría de la mayor catástrofe que ha golpeado el mundo en siglos".

Así acaba de quedar de manifiesto nuevamente esta semana en las sesiones del EIS Council, o Consejo para la Seguridad de las Infraestructuras Eléctricas, que han tenido lugar en el Capitolio de los Estados Unidos con asistencia de congresistas, responsables de seguridad nacional, responsables de redes eléctricas o expertos tan destacados como Tom Bogdam, Director del Centro de Predicción del Clima Espacial de NOAA, o Jhon Kappenman, artífice de los principales estudios sobre los riesgos de las tormentas solares para las redes eléctricas e infraestructuras.

Duras intervenciones todas ellas, como quedan a la vista por si misma y a la vista del propio video elaborado por el propio EIS Council nada más concluir.

Así, intervenciones como la de Joe McClelland, Director de la Oficina de Seguridad de las Infraestructuras Eléctricas de la FERC, expresaban con toda claridad el sentir imperante de las autoridades reunidas:

"Voy a decir lo que tengo que decir muy claramente: una disrupción magnética solar, un ataque EMP sobre nuestra red eléctrica, son eventos inevitables, es sólo una cuestión de tiempo, y según nuestros estudios nuestra civilización está completamente desprevenida ante esto", lo que la
congresista Yvette Clarke, miembro del Comité de Seguridad Nacional refrendaba con idéntica contundencia "la probabilidad de que un evento geomagnético severo termine golpeando nuestra red eléctrica es de un 100%".

Ello mientras otras intervinientes como Mikael Odenberg, representante de la Red Eléctrica Nacional Sueca y asistente esta semana en el Capitolio, alertaban de forma igualmente contundente sobre los devastadores efectos: "No habría suministros, ni agua potable, ni comida, ni gasolina, ni transporte, ni comunicaciones, ni asistencia médica", sostenía.

"El EMP es una de entre un reducido número de amenazas que sería capaz de poner en peligro la propia continuidad de la existencia de la sociedad civil estadounidense", sostenía igualmente el Dr. Robert Hermann, asesor científico de la comisión. Todo ello en la línea de otras declaraciones previas como las del Presidente del EIS Council de las que ya había venido informando nuevatribuna.es y en las que se advertía que, en caso de producirse un evento EMP de alcance continental, entre 7 y 9 personas de cada 10 “quedarían en una situación insostenible para la vida".

Desde el Observatorio del Clima Espacial, que una vez más ha divulgado los links y materiales del encuentro del Capitolio en nuestro país a través de su página de divulgación, y lo ha remitido a distintas instituciones españolas, reconocen la peligrosidad del EMP como "evento de baja probabilidad pero de altísimo impacto".

"El EMP es algo que ha pasado desapercibido durante largos años pero que está ahí desde antes de lo que pensamos" sostienen, "ya en plena crisis de los misiles de Cuba, y como parte de su escalada, el 22 de Octubre de 1962 la Unión Soviética llevó a cabo su primera prueba de EMP controlado sobre una
apartada región rural de Kazajistán, la prueba K, arrasando colateralmente la tecnología, redes eléctricas y comunicaciones de cientos de kilómetros cuadrados de territorio; pocos meses antes, el 9 de julio de 1962, Estados Unidos había llevado a cabo, igualmente, su propia prueba EMP "Starfish Prime", en este caso detonando en altura sobre alejadas zonas del Océano Pacífico", explican.
"Lo que sucede ahora es que tras el fin de la guerra fría y su extraño orden internacional el EMP se ha convertido en la carta equilibradora de la nueva lógica asimétrica, la que todo el mundo quiere tener, incluido determinados grupos terroristas internacionales para los que un EMP sería su sueño hecho realidad, como quedó de manifiesto en los trabajos de la Comisión para la amenaza EMP del Parlamento Británico el año pasado. Y junto a ello está la probabilidad recientemente estimada de en torno a un 5% de repetición de un Evento Carrington lo que supondría una suerte de EMP natural, aunque con sus propias particularidades", "Hay preocupaciones reales a tomar en consideración en Europa y Norte América en su justa medida", concluyen.

Una de las figuras políticas más destacadas en materia de EMP en Estados Unidos, el congresista Trent Frank, advertía ésta semana en el Capitolio que nuestras instituciones continúan sin estar preparadas para el EMP y que por ello "sólo un acto de locura nos separa del mayor cataclismo social que jamás se haya visto", ¿puede nuestra sociedad tecnológicamente dependiente haber subestimado la amenaza del EMP en la elaboración de los planes de seguridad de nuestras redes, satélites e infraestructuras ?

Fonte: www.nuevatribuna.es



quinta-feira, 16 de maio de 2013

ONU aposta em insectos como alimento do futuro

Introduzir mais os insectos na dieta global é uma das alternativas para combater o dilema da produção alimentar num mundo com cada vez mais habitantes, defende a FAO, a agência da ONU para a alimentação e a agricultura.

Num estudo divulgado esta segunda-feira, a FAO estima que 2000 milhões de pessoas – cerca de 28% da população mundial – já ingerem insectos numa base regular. O relatório identifica nada menos do que 1909 espécies comestíveis, das quais 31% são besouros ou escaravelhos. A seguir vêm as lagartas (18%), as abelhas e formigas (14%) e os gafanhotos (13%). No menu de invertebrados constam também cigarras, libélulas, térmitas e moscas.

Não sendo novidade, o consumo de insectos é apontado agora como uma boa solução para alargar as fontes de alimento do mundo no futuro. A população global continua a subir, embora a menor ritmo, e poderá chegar aos 9000 milhões em 2050. Saciar a fome de tantas bocas pode implicar em sérios

problemas de exploração de recursos. Criar uma vaca nos Estados Unidos, por exemplo, implica gastar quase dez quilos de ração ou pasto por cada quilo adicional de animal vivo. Como depois só se aproveita 40% do animal, na prática são necessários 25 quilos de alimentos para produzir um quilo de carne bovina. Um quilo de bife também implica no consumo de 22 mil a 43 mil litros de água.

Os insectos, por sua vez, são animais mais eficientes, sobretudo porque têm sangue frio e não gastam energia a manter a temperatura do corpo. Para um grilo, são necessários 1,7 quilos de alimento por cada quilo de animal vivo. Mas 80% do bicho é mastigável, resultando na prática em 2,1 quilos de alimento por quilo de insecto comestível – menos de um décimo do necessário para uma vaca.

 
Os insectos também produzem menos gases com efeito de estufa e ajudam
na decomposição do lixo. Além disso, são ricos em proteínas e podem ter maior concentração de mais elementos importantes, como cálcio, ferro e gorduras “boas”.

Potencial inexplorado
Segundo Eva Muller, directora da FAO e co-autora do estudo, os resultados não indicam que todos os 7000 milhões de habitantes da Terra devam começar
imediatamente a comer insectos. “O que estamos a dizer é que os insectos são um dos recursos proporcionados pelas florestas, e cujo potencial para a alimentação humana e sobretudo animal está ainda muito inexplorado”, diz Muller, citada num comunicado da FAO.

Como em qualquer outra fonte de alimentos, os insectos também correm o risco de serem sobre-explorados. Um estudo publicado em 2006 na revista Journal of Ethnobiology and Ethnomedicine chama a atenção para o risco existente sobre 14 espécies de insectos ameaçados no México, sugerindo a criação dos mesmos como alternativa.

Investigar o que é melhor em termos ambientais é um dos passos que a FAO diz ser necessário agora para melhor aproveitar o alargamento desta potencial fonte alimentar. O relatório menciona que nalguns países já se pratica a criação de insectos – como a de grilos no Laos, Vietname e Tailândia. Mas a maior parte ainda é capturada na natureza.
A FAO também alerta para a necessidade de legislação nessa área e de mais investigação sobre o valor nutritivo das espécies comestíveis. 

Fonte: Jornal Publico - 2013/05/13 - Ricardo Garcia

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Preparado para situações de emergencia ?

 Cinco Níveis de Preparação


Qual o nosso nível de  preparação para  lidar  com uma  situação de emergência ?


Nivel 0: Todas as situações de emergências são um desastre
  • Menos de duas semanas de comida em casa
  • Nenhum sistema de purificação de água
  • Não tem mochila de evacuação (bug-out-bag)
  • Sem armas de defesa
  • Sem meios de produzir a própria comida
  • Não possui nem ouro nem prata
  • Não tem bens tangíveis para trocas

Nivel 1: Pode sobreviver duas semanas a uma situação de emergência menor (como um temporal de neve)
  • Tem agua e comida suficiente para duas semanas em caso de emergência
  • É capaz de aquecer a casa durante duas semanas, sem depender da rede electrica, usando um aquecedor de querosene ou lareira
  • Pode cozinhar as suas refeições durante duas semanas, sem depender da rede electrica
  • Tem um kit de primeiros socorros
  • Provavelmente, não tem armas de defesa
  • Tem que abandonar a sua casa, após duas semanas, devido á falta de preparação

Nivel 2: Pode sobreviver um mês a uma situação de emergência (como um grande tornado)
  • Provavelmente, possui um gerador portátil e combustível suficiente para um mês de funcionamento
  • Tem uma pistola ou caçadeira para defender o local
  • Tem armazenada comida enlatada para um mês
  • Tem medicamentos necessários e suficientes para um mês
  • Tem armazenadas pilhas suficientes para manter um radio portátil em funcionamento durante um mês

Nivel 3: Pode sobreviver durante 3 meses a uma situação de emergência (como uma lei marcial ou um grande terramoto)
  • Tem uma dispensa bem abastecida
  • Provavelmente, tem um sistema de purificação de agua
  • Provavelmente, tem armas de defesa para cada membro da família
  • Provavelmente, tem algum tipo de vigilância ou sistema de segurança em casa ou na vizinhança
  • Tem armazenada madeira suficiente queimar na lareira ou no fogão a lenha
  • Tem equipamento de comunicações para acompanhar os acontecimentos locais e mundiais
  • Tem meios para  recarregar baterias, sem depender da rede electrica
  • Tem medicamentos necessários e suficientes para três meses

Nivel 4: Pode sobreviver 1 ano a uma situação de emergência (como a desvalorização da moeda ou um colapso económico)
  • Tem armazenada comida, tanto para um curto prazo, como para um longo prazo.
  • Provavelmente, tem a sua própria horta para produzir comida
  • Provavelmente, tem pequenos animais de quinta para produzir carne (proteínas) (galinhas, coelhos, cabras)
  • Tem uma boa  reserva de munições para as suas armas (+/- 2.000 por arma)
  • Tem peças de substituição para uma das suas armas, no caso de esta avariar
  • Tem meios de produzir medicamentos naturais para substituir os recitados pelos médicos
  • Tem armazenado antibióticos suficientes para um longo prazo
  • Provavelmente, tem um cão de guarda
  • Na casa, para garantir a segurança, tem 24 horas de vigilância em turnos (requer 6 adultos)
  • Tem um local secundário, para armazenamento de comida, armas e munições
  • Está preparado para uma evacuação do local (bug-out),  se a situação assim o requerer (tem equipamento de caminhada, campismo e outros relacionados, de forma a poder sobreviver fora da sua casa)
  • Ser capaz de educar as crianças em casa

Nivel 5: Pode sobreviver indefinidamente na sua casa durante uma situação prolongada de emergência
  • Tem uma grande horta ou uma pequena quinta para produzir a sua própria comida
  • É capaz de fazer conservas, para armazenar as colheitas que teve, para todo o ano
  • Sabe guardar e conservar as sementes, para as usar no ano seguinte
  • É capaz de criar diversas gerações de animais de quinta
  • Tem cavalos para usar como meio de transporte
  • Tem uma reserva de munições para as suas armas que durem uma geração (+/- 10.000 por arma)
  • Tem peças de substituição para todas as suas armas, no caso de estas avariarem
  • É capaz de produzir o seu próprio combustível (bio-diesel, álcool)
  • Provavelmente, tem um sistema de energia solar completo e com baterias de grande capacidade
  • Existe uma fonte natural de agua, para abastecimento da casa e regadio da horta ou quinta
  • Tem um negócio em casa, que gera receitas financeiras
  • Pode fazer novas construções, e fazer reparações e melhoramentos nas existentes
  • Produz comida em excesso, para poder doar ou vender
  • Possui uma segunda casa para uma evacuação total (como uma cabana na montanha)
  • Está preparado para efectuar pequenas cirurgias ou fazer um parto em casa
  • Ter armazenado ouro e prata para fazer trocas
  • Ser capaz de fabricar a sua própria roupa (de lã virgem ou algodão, com uma roca e um pequeno tear)
Traduzido do blog Survival5x5.com

sábado, 11 de maio de 2013

Sobre o Euro...

Declarações de João Ferreira do Amaral ao jornal “i”:

«Aquilo que devia ser feito, não quero dizer que possa ser feito, não tenho grandes ilusões em relação às elites portuguesas, era decidir a saída a um nível muito restrito para manter o segredo e depois, no dia em que fosse anunciado o período transitório, em que seriam tomadas medidas de excepção, tomadas essas medidas a decisão devia ser ratificada pelo parlamento. Para mim não está em causa que tenhamos de sair do euro, de uma forma ou outra vamos ter de sair, a não ser que aconteça um milagre de iluminação na zona euro. O que está em causa é a forma de sair. Ou preparamos a saída ou seremos forçados a fazê-lo com custos muito maiores para a população.»

«Penso que sim, podemos assistir a uma ruptura política grave. Vai ser um choque muito grande as pessoas perceberem que esta situação está para durar. Prometeram-lhes que se cumpríssemos este programa as coisas iam mudar e os resultados não aparecem, nem podem aparecer, porque estes programas estão mal concebidos.»

«Houve uma acumulação de erros.
Não tínhamos nada que antecipar a destruição de parte do sector agrícola, houve erros graves, mas a moeda única ultrapassou-os a todos. Não tínhamos de pôr o país numa trajectória que era insustentável. Se fizermos uma lista da forma como encaramos o processo de integração europeia, verificamos que houve erros bastante graves, por exemplo a forma como encarámos a adesão dos países de Leste em 2004. A Comissão Europeia, que fez o estudo do impacto do alargamento nos outros países mostrou que a economia portuguesa era das mais afectadas, mas isso não impediu as autoridades portuguesas de dizerem alegremente que estavam muito satisfeitas com o alargamento a Leste, e quando muito terem exigido meia dúzia de patacos de compensação. Não íamos bloquear o alargamento, mas poderíamos ter exigido condições muito diferentes para poder compensar o impacto negativo.»

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Os russos, quem diria!?


Um certo filósofo do séc. XIX  escreveu em sua obra "O Crepúsculo dos Ídolos" - "Homens maus não possuem canções". - Como acontece de os russos possuírem canções?

Este ilustre pensador ficaria comovido ou aborrecido se pudesse assistir este vídeo... :)

Pelo bem da nossa sanidade e sobrevivência: NÃO VOTEM!





segunda-feira, 15 de abril de 2013

O que nos metem nas veias ?


Mais uma época de gripe, mais uma campanha de vacinação. Francisco George volta a pedir aos portugueses para se vacinarem, especialmente as crianças e os idosos. Este é o mesmo director- geral de Saúde que há três anos atrás, em plena crise de pânico da gripe A, apelou à inoculação da Pandemrix: uma vacina que não tinha sido devidamente testada e era considerada perigosa em vários países. A própria GlaxoSmithKline - a companhia farmacêutica que a produ­ziu - admitiu na semana passada que cerca de 800 crianças desenvolveram narcolepsia após serem inoculadas com a Pandemrix.
 
A gripe sazonal também está a var­rer os EUA, com as autoridades locais a declararem o estado de emergência médica em várias cidades, e a dizerem ser "o pior surto de gripe em dez anos". Mas existe um pormenor que vários investigadores norte-americanos têm vindo a afirmar, e que é ignorado pela maioria da comunicação social: uma grande parte dos doentes contaminados com a gripe neste Inverno tinham sido vacinados contra ela. As autoridades recusam divulgar essas estatísticas, ga­rantindo que a eficácia das vacinas é de 60%.

Actualmente estão a ser comercia­lizadas várias vacinas contra a gripe sazonal, que cumprem as recomendações da Organização Mundial de Saúde. Tem sido possível encontrar (pelo menos) quatro delas nas farmácias portuguesas: Fluad, Fluarix, Influvac e Istivac. Quem consultar a lista de possíveis efeitos se­cundários, disponibilizada nos folhetos informativos do Infarmed, encontra a síndrome de Guillain-Barré - uma do­ença degenerativa do sistema nervoso, manifestada em dezenas de pessoas que receberam a polémica Pandemrix.

A lista de componentes destas quatro vacinas, igualmente divulgada nos folhe­tos informativos, revela um cocktail de químicos tóxicos. Três das vacinas (duas delas aconselhadas a crianças) contêm polissorbato 80 (também conhecido como Tween 80), uma substância usa­da como emulsionante em produtos de beleza e que diversos estudos associa­ram a convulsões, choques anafilácticos, abortos espontâneos e infertilidade. Este é também um ingrediente da Gardasil, a vacina contra o HPV que os últimos governos têm promovido às mulheres (e crianças) portuguesas. Nos EUA, a Fluarix chegou a ser comercializada com a indicação de "não ter sido avaliado o potencial carcinogénico ou mutagénico, nem de diminuição da fertilidade".

Os folhetos do Infarmed alertam a presença de "quantidades pequenas" de outros componentes em várias destas vacinas: brometo de cetiltrimetilamónio (CTAB), um desinfectante usado para esterilizar laboratórios; octoxinol, outro detergente utilizado no processo de pro­dução das vacinas, que pode danificar células e causar tumores; gentamicina, "um antibiótico utilizado para tratar infecções bacterianas" com a sua pró­pria lista de efeitos secundários, na qual muitos investigadores incluem a doença de Alzheimer; assim como neomicina e deoxicolato de sódio - substâncias consi­deradas tóxicas para o sistema imunitário. O formaldeído, um químico que várias entidades - como a Agência Internacional para a Pesquisa sobre Cancro - classifi­caram como cancerígeno, está presente nestas quatro vacinas.

Porque não existe nenhum deba­te público em tomo dos componen­tes perigosos das vacinas - todas elas, e não  apenas as da gripe? Porque não são divulgados os inúmeros benefícios da vitamina D ou de remédios naturais como o alho cru? Muitos salientam que a indústria farmacêutica gera biliões - mas será o lucro o único objectivo? Porque recomendam às crianças portuguesas va­cinas com um químico que pode causar infertilidade? E porque nenhuma auto­ridade de saúde investiga a relação entre a presença de materiais cancerígenos nas vacinas e a incrível epidemia de várias formas de cancro - que duplicaram em apenas uma geração?

Fonte:
Basilio Martins – Portugal Confidencial
O Diabo – 29/Janeiro/2013

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Cuba: viver no futuro...

Como Cuba sobreviveu em 1990 sem petroleo...
Um documentário que mostra como este país tem sido capaz de sobreviver às consequências do colapso da sua economia e falta de recursos como o petróleo barato, devido ao fim da antiga União Soviética.
Um grande exemplo de adaptação, que pode servir de base a uma estratégia de independência e resistência a um futuro, em que a falta (ou fácil acesso) a combustiveis fosseis é uma enorme probabilidade.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Leitura obrigatória - "Patriots" de James Wesley Rawles


          Comecei a ler o livro Patriots - independentemente do desenrolar da novela ser ou não interessante (vamos ver) aquilo que li é um verdadeiro Manual (manancial) de sobrevivencialismo. Já comecei a riscar (sublinhar ) o livro todo... e estávamos "ligeiramente" errados sobre a durabilidade e conservação dos combustíveis (gasóleo tem que ser do mais rasca - pode chegar a 8 ou 10 anos....) E quantas outras coisas que vêm ao encontro do que já abordamos e temos realizado. Leitura obrigatória para todos. Encontramos no livro muitas referências sobre os livros do lendário Kurt Saxon, pai do sobrevivencialismo moderno (o próprio termo survivalism foi cunhado pelo mesmo) e figura extremamente carismática e polémica. Ao contrário de Rawles, quase todos os livros de Saxon abordam os aspectos práticos do sobrevivencialismo, desde a construção de abrigos improvisados e métodos de conservação de alimentos, ao fabrico artesanal de armas, munições e explosivos - Outro manancial de informações úteis para os sobrevivencialistas e leitura obrigatória!


LINK - PATRIOTS PDF EM ESPANHOL
LINK TORRENT - THE POOR MAN'S JAMES BOND, Kurt Saxon - Todos os volumes em inglês

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

UE Promove a Privatização da Água


"Água - Operação Secreta": UE Promove a Privatização da Água

Legendado em Português (active as legendas para as visualizar)


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

História da rã que não sabia que estava a ser cozida.



Da alegoria da Caverna de Platão a Matrix, passando pelas fábulas de La Fontaine, a linguagem simbólica é um meio privilegiado para induzir à reflexão e transmitir algumas idéias.

Olivier Clerc, nesta sua breve história, através da metáfora, põe em evidência as funestas conseqüências da não consciência da mudança que infecta nossa saúde, nossas relações, a evolução social e o ambiente.

Um resumo de vida e sabedoria que cada um poderá plantar no próprio jardim, para desfrutar de seus frutos.


          Imagine uma panela cheia de água fria, na qual nada, tranquilamente, uma pequena rã.

           
        Um pequeno fogo é aceso em baixo da panela, e a água se esquenta muito lentamente.

     
        Pouco a pouco, a água fica morna, e a rã, achando isso bastante agradável, continua a nadar,





                                                
                                                     A temperatura da água continua a subir...

                
   Agora, a água está quente mais do que a rã pode apreciar;  ela se sente um pouco cansada, mas, não obstante isso, não se amedronta. 






        
        Agora, a água está realmente quente, e a rã começa a achar desagradável, mas está muito debilitada; então, suporta e não faz nada     

                                                    


               A temperatura continua a subir, até quando a rã acaba simplesmente cozida e morta.
                         Se a mesma rã tivesse sido lançada diretamente na água a 50 graus,
                     com um golpe de pernas ela teria pulado imediatamente para fora da panela.


     Isto mostra que, quando uma mudança acontece de um modo suficientemente lento,  escapa à consciência e não desperta, na maior parte dos casos, reação alguma, oposição alguma, ou, alguma revolta.
 


          Se nós olharmos para o que tem acontecido em nossa sociedade desde há algumas 

      décadas,   podemos ver que nós estamos sofrendo uma lenta mudança no modo de viver,
                                         para a qual nós estamos nos acostumando







             Uma quantidade de coisas que nos teriam feito horrorizar 20, 30 ou 40 anos atrás,
foram pouco a pouco banalizadas e, hoje, apenas incomodam ou deixam completamente indiferente                                                         a maior parte das pessoas. 



Em nome do progresso, da ciência e do lucro,
são efetuados ataques contínuos
às liberdades individuais,
à dignidade, à integridade da natureza,
à beleza e à alegria de viver;
efetuados lentamente, mas inexoravelmente,
com a constante cumplicidade das vítimas,
desavisadas e, agora, incapazes de se defenderem.

As previsões para nosso futuro,
em vez de despertar reações e medidas preventivas, não fazem outra coisa a não ser a de preparar psicologicamente as pessoas a aceitarem algumas condições de vida decadentes, aliás, dramáticas.
O martelar contínuo de informações,
pelos media, satura os cérebros,
que não podem mais distinguir as coisas...

Quando eu falei pela primeira vez
destas coisas,
era para um amanhã.

Agora, é para hoje!!!

Consciência, ou cozido,
precisas escolher!

Então,
 se você não está, como a rã,
 já meio cozido, dê um saudável golpe de pernas,
antes que seja tarde demais.





NÓS JÁ ESTAMOS MEIO

 COZIDOS?

OU NÃO?




segunda-feira, 28 de maio de 2012

Reflexões sobre o Sobrevivalismo - 3ª Parte

      Já sabemos que a água é de primordial importância mas provavelmente
numa situação de colapso económico esta não irá faltar nas torneiras,
ou dito de outra forma, pensamos que haverá mais risco de esgotarem
mais depressa os bens alimentares, o combustível (incluindo o gás de
nossas casas) e depois a electricidade, e aí sim parará de circular a
água em nossas torneiras.
      No entanto é de primordial importância termos água potável em
abundância na nossa reserva de sobrevivência. Não devemos esquecer ter
outra reserva para lavar as mãos e despejar na sanita.


     A nossa dispensa deve estar abastecida com alimentação suficiente para
um mês, o que é pratica normal “na maioria” dos lares, mas atenção
para não confundirmos a nossa habitual dispensa com a nossa reserva de
sobrevivência pois esta terá uma gestão diferente, ou mais particular
se preferirem, e deve dar à nossa família, no mínimo, mais um mês de
autonomia. Ou seja, a nossa reserva básica será de dois meses de
autonomia alimentar.
Convém fazermos uma ressalva que estas situações de crise tem sempre
maior impacto no ambiente urbano onde a generalidade das pessoas vivem
nas cidades em apartamentos e dependem, na sua totalidade, das compras
que fazem no supermercado. Numa situação “banal” de greve dos
transportes as mercadorias deixam de chegar ao supermercado. Numa
crise de combustível (falha, ou vertiginosa subida de preços) a
situação será igual.
Só para recordar e terem bem a noção do que estamos a falar – Há pouco
tempo atrás um boato sobre uma presumível falha no açúcar fez, em
apenas três dias, esgotar os stocks existentes em todas as mercearias
e grandes superfícies.

As cidades são tanto mais vulneráveis quanto maior for a sua dimensão
e distanciamento das zonas produtivas rurais, acresce a isto a sua
implementação geográfica como por exemplo Lisboa que está numa zona
sismológica com antecedentes históricos catastróficos.
As convulsões sociais são outro factor importante a ter em conta,
basta recordar-nos dos recentes tumultos em Londres que puseram a
capital inglesa a ferro e fogo. Perante toda a vaga de vandalismo e
assaltos onde as instituições estatais (policia…) se mostraram
impotentes, a noticia, a reter, que nos chegou foi de que num bairro
onde havia uma comunidade etnicamente homogénea (a turca), os seus
habitantes uniram-se e armaram-se para defender os seus negócios, as
suas casas, e suas famílias. A turba anárquica viu-se assim
confrontada com uma resistência “instantaneamente” organizada e teve
de recuar.
Em Portugal as coisas poderão ser um pouco diferentes mas os habituais
acontecimentos de vandalismo, arrastões, e assaltos vários em tempos
de paz faz-nos ter uma ideia do que poderemos esperar numa catástrofe,
sobretudo em Lisboa onde o tão bem apregoado cosmopolitismo da capital
(como em Londres) por determinados sectores, pode facilmente
converter-se no maior pesadelo após uma catástrofe natural.
No entanto poderemos dizer que, excluindo a Grande Lisboa, no resto do
território nacional uma situação de verdadeira crise terá efeitos
menos malignos.


       Há dias quando conversávamos entre nós sobre esta temática um
companheiro nosso saiu-se com uma frase interessante, porque
verdadeira e porque nos mostra um caminho senão mesmo a solução:
- Aqui toda a gente é da terra!
Ou seja uma grande parte da população não é (só) das cidades. São
migrantes no seu país e deixaram família, casa, e quinta, lá na terra
o que pode sempre funcionar como uma espécie de BAD (Base Autónoma
Durável) para onde poderemos ir e recomeçar.
Quem não “é da terra” é bom que comece a pensar no seu BAD.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Reflexões sobre o sobrevivencialismo - 2ª parte

Os recentes tumultos nos supermercados Pingo Doce após uma campanha de saldos de 50%, levou-nos a reflectir melhor sobre o país onde vivemos, os nossos (des)governantes, empresários, vizinhos, etc. (…) Deveríamos aproveitar para fazer uma análise a nós próprios em relação com o que nos rodeia.



Não é novidade que qualquer promoção aumenta o interesse do consumidor, vimos isso na época de saldos e nas imagens que nos vêm igualmente do estrangeiro quando uma grande loja promove o dia de abertura de saldos. Digamos, portanto, que é um filme já visto. A situação aqui teve todo este impacto porque as pessoas não foram comprar roupas mas sim, essencialmente, alimentos, os chamados produtos de primeira necessidade, ou seja; coisas para encher a barriga.

O grande impacto mediático foi precisamente esse: prateleiras de supermercados “saqueadas” por uma população em “fúria”. Uma imagem de um país em estado de sítio com os seus “eleitores” a tentarem fazer pela vida num desordenado salve-se quem puder. Daí podemos depreender, como sobrevivalistas, aquilo o que nos esperaria num cenário catastrófico.


Nós sabemos que cada pessoa teve a sua particular razão para passar por aquela confusão e esperar de quatro a seis horas para chegar às caixas e pagar. Da mesma forma se espera em enormes filas nas bombas de gasolina para abastecer com desconto os carros, e vimos lá viaturas de todas as marcas e modelos.

Será a “nossa” eterna mentalidade de pobre…? Não! Neste caso, genericamente, é mesmo pobreza, á qual se tem associado, de forma alarmante, uma nova.


 - Nada é garantido, nada é seguro, e o emprego para a vida e a subsequente reforma passaram a ser frases humorísticas. E como o humor e a piada são provavelmente a maneira mais camuflada de “justificar” o mal nós vamo-nos rindo com os bobos da corte, seus colegas “jornaleiros”, e formadores de opinião.

Concluindo por hora – O que todas estas situações têm vindo a reflectir é a total desconfiança na chamada classe politica. Ou será "pulhitica"?

O futuro é incerto e cada vez mais os Homens de bem e de palavra precisam de seus iguais. Os Espartanos auto denominavam-se homoici, quer dizer, os semelhantes, os iguais; ou, melhor ainda, os homogéneos, unidos pela filia… a camaradagem.