terça-feira, 5 de maio de 2015

"Jade Helm 15": EUA preparam-se para Lei Marcial ou é apenas um exercício militar ?

"Jade Helm 15" será realizado no Texas, Utah, Colorado, Califórnia, Arizona e Novo México de 15 de Julho a 15 de Setembro.

A comunidade americana está a reagir ao anúncio de um exercício militar a ser realizado durante o Verão no território americano.
O exercício chama-se "Jade Helm 15" e será realizado no Texas, Utah, Colorado, Califórnia, Arizona e Novo México, que serão declarados artificialmente no exercício militar como estados "hostis" ou "insurgentes". A divulgação desta informação tem causado reacções em todo o país. Alex Jones, popular locutor texano, comentou a 29 de Março que "isto não é um exercício, é a realidade a acontecer em nome de um exercício". E o Daily Mail cita Jones, advertindo que Jade Helm 15 é simplesmente "um esforço para testar a eficácia de técnicas de infiltração sobre o público americano".

O exercício propõe testar a população diante de um governo impopular e fora do controlo.
Os militares vão trabalhar com forças locais para aplicar as suas directivas de controlar civis e Estados numa pressuposta guerra civil e revoltas de grande impacto. Mas nem todos confiam nesta versão, pelo que o governo federal emitiu um comunicado posterior ao anúncio do exercício justificando que se destina a treinar forças militares para enfrentar cenários de revolta no exterior.

David Hodges, no site Common Sense admitiu que o Jade Helm 15 "é o exercício mais assustador a ocorrer em solo americano desde a Guerra Civil". E adiantou que "este é um ensaio massivo para aplicação da Lei Marcial". O mais assustador é que David, no Common Sense, revelou rumores de haver detenções de jornalistas do media independentes bem como de políticos independentes durante o exercício. O All News Pipeline fala também na possibilidade de confrontos com os rancheiros texanos, tradicionais oponentes ao governo federal.

As críticas ao exercício incluem também os procedimentos de desestabilização e confusão pública a serem incluídos no exercício de dois meses. Nestes procedimentos estão incluídos raids contínuos de aviões durante a noite, que podem impedir o normal funcionamento das localidades, e os disfarces civis que os militares usarão, bem como veículos civis, que podem causar perturbação local.

O exercício prevê a detenção de civis em campos de concentração e o uso de guerra psicológica para afectar os pontos de vista dos prisioneiros. A operação vai contar com forças especiais da Marinha (SEAL's), Operações Especiais da Força Aérea e Comandos do Exército; e conta ainda com equipas especiais de transportes e "parceiros interagências", revelou o comunicado do governo.

Fonte: http://pt.blastingnews.com

terça-feira, 28 de abril de 2015

Fumo do tabaco torna super-bactéria ainda mais agressiva

Uma investigação levada a cabo por investigadores de diversos países descobriu que o fumo do tabaco torna a super-bactéria Staphilococcus Aureus ainda mais agressiva e mais resistente do que ela já é.

Trata-se da mais famosa super-bactéria resistente conhecida e esta equipa de cientistas apurou que, quando é exposta ao fumo do tabaco, fica ainda mais resistente à intervenção do sistema imunitário infectado.

“Já sabemos que fumar afecta a respiração humana e as células imunes e agora mostramos que, por outro lado, o fumo também pode reforçar bactérias invasoras e torná-las mais agressivas”, salienta a líder do estudo, Laura Crotty Alexander, da Universidade de San Diego na Califórnia, citada pelosite Sci-News.com.

A investigação apurou que o fumo do cigarro reforça esta super-bactéria promovendo uma alteração nas paredes das suas células, a um tal ponto que estas se tornam mais eficazes a afastarem os péptidos anti-microbianos, pequenas partículas de proteínas que o sistema imunitário utiliza para despoletar inflamações nas células bacterianas.

E, a quanto mais fumo do cigarro são expostas, mais resistentes se tornam, de acordo com o estudo.

Os investigadores concluíram ainda que estas super-bactérias também se tornaram mais eficientes na invasão e na aderência às células humanas desenvolvidas em laboratório, após a exposição ao fumo do tabaco.

“Os fumadores de cigarros são conhecidos por serem mais susceptíveis a doenças infecciosas. Agora temos provas de que a resistência desta super-bactéria induzida pelo tabaco pode ser um factor de contribuição adicional”, acrescenta Laura Crotty Alexander.

Fonte: zap.aeiou.pt

quinta-feira, 23 de abril de 2015

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Algumas razões para o sobrevivencialista ter um arco

O arco é uma mais valia para qualquer um que tenha interesse em habilidades de sobrevivência primitivas ou sobrevivência urbana moderna, pelo que deve considerar seriamente a compra de um bom arco, e claro, tornar-se competente a usa-lo.
Existem inúmeros tipos e modelos de arcos para escolher, mas para sobrevivência, nós gostamos que seja
um arco que possa ocupar o menor espaço possível, e por isso um arco desmontável é a opção que iremos ver em seguida.

Custo
Existem bastantes modelos com um leque de preços muito amplo, mas um arco desmontável com alguma qualidade deverá conseguir comprar a um valor acessível, e se cuidar bem dele, provavelmente durará muitos e muitos anos. 
Mas não só o próprio arco é acessível, mas as munições (flechas) também o são, porque são reutilizáveis na maior parte das vezes. Com um pouco de prática, também pode fazer as suas próprias flechas, usando madeira ou outros materiais que possa encontrar.

Portabilidade
Desmontável, significa isso mesmo,  que o arco se desmonta em três partes: a secção do  meio e as duas laminas. Por norma é simples de desmontar, e é muito portátil. Ou seja, você  pode levar (esconder) o arco na sua mochila,  Bug Out Bag, ou até coloca-lo  num esconderijo. E é leve, pelo que o seu pouco peso torna-se uma vantagem adicional.

Versatilidade
As modernas flechas são o resultado de uma longa evolução.
Existem flechas de fibra de carbono (muito leves), de fibra de vidro, madeira, aluminiio, etrc. Assim como as pontas, que existem numa enorme variedade para todas as situações e necessidades, desde a caça maior até á pesca.
Uma boa seleção de pontas de flechas podem ser facilmente mantidas numa embalagem adequada, ou no veículo. Também pode (e deve) praticar ao fazer as suas próprias flechas e pontas de flecha, para que em  caso de necessidade o saiba.

Silencioso
Ao contrário das armas de fogo, o arco e flecha é uma arma muito silenciosa.
Haverá muitas ocasiões em que poderá precisar dessa vantagem…

Multi-Uso
Algumas peças do arco desmontável podem ser itens de multiuso, o que é sempre uma mais valia.
A mais óbvia peça multiuso é a corda do arco, que conforme o modelo varia em comprimento, e é muito forte.
Algumas formas de a usar são para fazer fogo (Bow drill),  laços / armadilhas,  para construir um abrigo,  para pescar, etc.
E se leva um arco, então quase de certeza que também leva algumas flechas.
Estas podem ser usadas como lanças para pequenos animais e peixes. Elas também podem ser fixadas a algo mais comprido e usado como uma lança para animais maiores. Essa lança até pode ser usada para auto-defesa.  Muitos outros usos podem ser dados, basta usar a imaginação (e o bom senso)…

Leis

O porte e uso de arco pode estar legislado (em Portugal está).
É importante conhecer a lei do seu país, quais as limitações legais, condições de aquisição, porte e uso.
Se for a uma loja especializada, com certeza que lhe poderão dar todas a informações necessárias e actualizadas.

No entanto, como tudo existem sempre alguns prós e contras do arco e flechas, vejamos:
Prós
• Muito portátil, para uma arma eficaz de longo alcance
• silencioso
• Acessível
• Multi-Uso
• reutilização de flechas
• Poder fazer flechas com vários materiais e no meio da natureza ou em zona urbana
Contras
• requer prática e habilidade para ser eficaz
• as flechas podem ser um pouco complicadas para embalar / transportar

Algo que gostamos no arco e flecha é que requer alguma habilidade para usar. É também algo que transmite um certo respeito, e em que noventa e nove por cento das vezes, é a habilidade que conta para ser capaz de a utilizar de forma eficaz - não o equipamento. E essa habilidade é sua, por isso mesmo que o seu arcoesteja danificado ou quebrado, numa situação de sobrevivência pode fazer um de um pedaço de madeira adequado (ou outro material), assim como as flechas. É claro que fazer um arco e flechas no meio do mato é definitivamente uma última opção.



A preparação é a chave.
Pratique agora para uma possível situação mais tarde.

terça-feira, 10 de março de 2015

Cultivo de cogumelos



O cultivo de cogumelos é uma boa escolha para quem estiver interessado em auto-suficiência e possuir espaço livre dentro de casa ou armazém.
Os cogumelos têm um teor mineral superior ao da carne e contêm mais proteína do que qualquer vegetal com a excepção de certos tipos de leguminosas. 
Outro aspecto positivo na produção de cogumelos (como complemento a uma horta) é a possibilidade de usar resíduos vegetais provenientes da horta como composto para o crescimento dos cogumelos.

Clima
Em tempo quente, pode-se cultivar cogumelos ao ar livre ou dentro de casa sem aquecimento artificial. Durante o Inverno, é necessário garantir uma temperatura ambiente superior a 16ºC. Nunca se deve deixar os cogumelos expostos à luz directa do sol.

Tratamento do substrato
A maioria das espécies de cogumelos cultiváveis podem ser produzidas em composto. No entanto, no caso de algumas espécies como o Shiitake é necessário usar troncos como substrato sendo o processo de cultivo algo diferente.
O cultivo de cogumelos em composto pode ser feito em canteiros, caixas, sacos ou outros recipientes. O método apresentado de seguida consiste no cultivo de cogumelos em caixas usando composto.

Cultivo de cogumelos em caixas
São necessárias caixas com, idealmente, 75cm de comprimento, 25 a 40cm de largura e 10 a 25cm de profundidade. Numa pilha de caixas, deve-se deixar pelo menos 15cm de espaço entre o topo de uma caixa e a base da outra.
É também importante que haja cerca de 10 a 15 furos na base de cada caixa. Caixas de madeira de cedro são bastante boas mas também pode usar outros materiais como fibra de vidro.


Produzir o próprio composto para uma área de cultivo de cerca de 6m2 não é difícil.
Espalhe quatro fardos de palha de trigo em camadas, encharcando-as completamente com água.
Nos 2 dias seguintes, vá deitando mais água ocasionalmente de forma a garantir que a palha se encontre saturada. 
Vai necessitar, também, de 3kg de gipsita (pedra de gesso), 13kg de estrume de galinha e, opcionalmente, 7kg de activador de compostagem (acelera o processo de compostagem).
Quando a palha estiver completamente molhada, espalhe parte desta numa camada de 30cm de espessura numa área de 1,5m2. Espalhe sobre esta camada 1/5 da quantidade total de gipsita, estrume de galinha e activador.
Repita o mesmo processo até obter uma pilha de 6 camadas (1,80m). Se a pilha se encontrar no exterior, cubra-a com um plástico.
Passados 3 a 4 dias, a temperatura no interior da pilha deverá situar-se por volta dos 70ºC. Deixe-a repousar mais 2 dias e depois revire-a de forma a que a parte mais superficial se desloque para o meio da pilha.
Se alguma parte da pilha parecer seca neste reviramento, regue um pouco, apenas o suficiente para humedecer sem que se perca nutrientes importantes. Quando fizer o reviramento da pilha, reconstrua-a com bastante cuidado.
Espere mais 6 dias e revire novamente. Evite regar.
Caso haja zonas mais secas na pilha, adicione uma quantidade mínima de água. Passados mais 4 dias, revire novamente. Se o composto parecer demasiado húmido, adicione mais gipsita.
Espere mais 6 dias e o composto estará pronto.

Inoculação
No final deste processo de compostagem, o composto deve estar consideravelmente seco. Deve consistir em pequenos pedaços de palha apodrecida mas não deve estar pegajoso. Encha completamente cada caixa com o composto, premindo-o bem de forma a ficar compacto.
De seguida, irá precisar de inóculo (semente) dos cogumelos a cultivar. (É usual comprar-se o inóculo, já que a sua produção é um processo algo delicado, devendo ser feito em condições de assepsia de forma a evitar contaminações. Visto se tratar de um tema mais complexo, a produção de inóculo de cogumelos não irá ser abordada aqui.)
Espalhe inóculo em grão ou serradura sobre o composto e cubra com folhas de jornal húmidas.

Manutenção
Até 2 semanas depois da inoculação, deve garantir que a temperatura não desce abaixo dos 16ºC; se se mantiver acima dos 20ºC, ainda melhor. Por outro lado, tenha cuidado para não sobreaquecer. Temperaturas acima dos 32ºC poderão matar o inóculo. Após 3 semanas, poderá começar a ver filamentos brancos do micélio dos cogumelos a crescer no composto. Nesta fase, adicione uma camada de 2-3cm turfa bem humedecida sobre o composto e pressione-a suavemente. Os cogumelos deverão aparecer 3 semanas mais tarde. Dê-lhes um bocado de água e mantenha a temperatura entre 16 e 18ºC.

Colheita
Para colher basta torcer a base do pé do cogumelo e puxar para cima.
Quando parecer que a produção de cogumelos parou, tente-a forçar aplicando uma solução salina diluída. No final, despeje o composto na pilha de compostagem, lave as caixas com uma solução de formaldeído e deixe as caixas ao ar livre durante várias semanas antes de as voltar a usar.

terça-feira, 3 de março de 2015

Urina como recurso para a sobrevivência



 
A urina pode ser útil em situações de sobrevivência. Duas das suas principais utilidades podem ser como um colírio de emergência ou como fertilizante para plantas. A urina tal como sai da uretra é uma solução estéril (a menos que haja alguma infecção na bexiga, rins ou trato urinário) e salina com um pH que ronda os 6 (entre 4.8 – 8.5).    
Isto possibilita a sua utilização como um colírio perfeitamente satisfatório em situações nas quais a água encontra-se indisponível ou é de qualidade questionável. No entanto a urina contém nutrientes que podem favorecer o desenvolvimento de organismos potencialmente prejudiciais, pelo que os olhos devem ser enxaguados com uma solução de ácido bórico ou outro tipo de colírio assim que seja possível.
O volume de eliminação de urina está entre 600 – 1,600 ml/24 horas e cerca de 55 -70 gramas/24 horas de sólidos totais.
Os electrólitos típicos por 24 horas são:
Sódio                                                  130-260 mEq
Cloreto                                               110-250 mEq
Potássio                                               25-100 mEq
Cálcio                                                  100-250 mg.
Magnésio                                              15-300mg.
Fósforo inorgânico                                 9-1.3 g.
      Componentes que contém Azoto
Amónia                                                    20-70 mEq
Creatina                                                   0-100 mg.
Creatinina                                                .8-1.9 g.
Proteína                                                   10-150 mg.
Ureia nitrogenada                                    6-17 g.
Ácido úrico                                                .25-.75 g.
Isso não parece suficiente, mas experimente pegar ¼ de urina e adicionar 3 ou 4 quartos de água e despejar em alguma relva que não foi previamente fertilizada, apenas uma vez, e o resultado será surpreendente. Não use urina sem diluição, porque as doses elevadas de nitrogénio “queimarão” as plantas. Uma vez que a urina é rica em azoto, pode ser adicionada numa pilha de compostagem que seja rica em carbono, mas pobre em nitrogénio.
            Em condições absolutamente desesperadoras a urina pode ser utilizada como bebida, se estiveres com pouca água e em risco de desidratação. Isso não deve ser levado a extremos, mas há seitas religiosas na India que recomendam que as pessoas bebam a própria urina uma vez por dia por razões místicas e não parecem sofrer nenhum efeito negativo. Não cremos que te vás beneficiar das alegadas “vantagens místicas” disto, mas sem dúvida será mantido vivo. É desnecessário dizer que você não poderá depender unicamente de urina para a reposição de líquidos por um longo período de tempo, uma vez que a urina contem substâncias residuais…
            De qualquer forma, a urina pode ser usada para prevenir a desidratação, do mesmo modo que a água do mar ou outras águas salinas ou contaminadas. Você poderá usar água não-potável para arrefecer a sua pele reduzindo a perda de líquidos pela transpiração. Quando a desidratação for iminente, use água salgada para arrefecer a sua pele e roupas.
A frase “racione o seu suor, não a sua água” é a ideia aqui. Cada copo de água que puderes evitar que se perca é tão bom quanto um copo de água adicional que você bebe para se manter adequadamente hidratado.

Autor desconhecido