sexta-feira, 22 de maio de 2015

Caos Urbano

Caos Urbano - A Crise e o Estado por António de Sousa Lara




Quando um fenómeno disruptivo abala a ordem social, seja ele de origem natural ou humana, e o sistema não tem capacidade para o resolver de forma autónoma, encontramo-nos perante um cenário de crise, tipicamente gerador de estados de turbulência, instabilidade e imprevisibilidade. Em zonas densamente povoadas, nomeadamente nas cidades, o impacto de uma crise torna-se proporcionalmente avassalador, com os seus efeitos a fazerem-se sentir na população sob a forma de ansiedade, medo e irracionalidade.

Em consequência, os efeitos de destruição e degradação propagam-se aos sistemas, sejam eles políticos, sociais, económicos ou mesmo de segurança, num fluxo contínuo inerente à própria evolução da crise. Instala-se o caos urbano. Proliferam os comportamentos subversivos – mais como produtos da evolução da crise do que como a sua causa – e, a par deles, emergem questões que requerem resposta igualmente pronta.

Como se deverá intervir?
Quem deverá assumir a gestão da crise, travando ou minimizando os efeitos de caos?
Poderá este papel adotar simultaneamente uma vertente preventiva e outra prospetiva?

Partindo de um modelo teórico de evolução da crise, e através da sua aplicação na análise exaustiva de diversos exemplos de crise contemporâneos, este livro apresenta o Estado como a entidade acertada para assumir essa responsabilidade. Ao adotar uma posição preponderante na gestão de crise e caos urbano baseada em estratégias de intervenção delineadas a priori, o Estado deverá ter a capacidade para controlar o impacto destes fenómenos na sociedade, utilizando-os em seu proveito como catalisadores na promoção da coesão social e na manutenção do status quo.

Este livro traz-nos uma nova perspetiva sobre modelos prospetivos que, tornando-se ferramentas ao serviço das Ciências Sociais, lhes conferem maior utilidade na sociedade.

Com Prefácio do General Pinto Ramalho

Ao longo do livro são abordados, os seguintes temas:

    Considerações sobre a Teoria do Caos Urbano;
    A Crise;
    Breve Reflexão sobre o Caos;
    O Modelo Teórico do Desenvolvimento da Crise;
    Casos de Estudo - Análise do Modelo em Crises no Século XXI;
    Violência Urbana (Tópicos para a Construção de um Early Warning System);
    Políticas de Segurança - Desafios e Rumos;
    O Paradigma Securitário versus a Investigação Criminal no Estado de Direito Democrático;
    Educação, Coesão Social e Segurança Pública - O Impacto na Crise e no Caos.





domingo, 17 de maio de 2015

Portugueses andam a comer broa de milho transgénico e nem sabem

O Ministério da Agricultura está a investigar a identificação de milho transgénico na tradicional broa portuguesa. Um projecto científico europeu descobriu vestígios relevantes de milho geneticamente modificado em vários destes produtos, sem que isso esteja devidamente sinalizado no respectivo rótulo.

Dados apurados pelo jornal Público relevam que “a tradicional broa de milho está a ser feita em parte com milho geneticamente modificado, sem que o consumidor tenha disso qualquer conhecimento”.

A situação terá sido detectada no âmbito de uma investigação europeia levada a cabo pelo Projecto Price que estudou 11 países diferentes, incluindo Portugal, no sentido de apurar se os agricultores e os consumidores têm conhecimento de que as matérias-primas e/ou os alimentos que consomem contêm transgénicos.

“Análises a amostras recolhidas nalguns pontos do país revelam que nos distritos de Braga, Porto e Viana do Castelo há broa com milho transgénico em quantidades que obrigam a uma rotulagem específica”, o que não vem acontecendo, conforme atesta o Público.

Em Braga foi detectado quase 12% de milho transgénico na constituição da broa tradicional, enquanto em Viana do Castelo os números chegaram quase aos 10%. No Porto verificaram-se valores próximos dos 5%. Aveiro, Coimbra, Lisboa e Santarém surgem com valores residuais inferiores a 1% neste estudo do Projecto Price.

Quando um produto contém elementos transgénicos em quantidades superiores a 0,9%, é obrigatório que esse dado seja incluído no respectivo rótulo, algo que não estará a acontecer no caso das broas de milho analisadas.

Portugal é um dos poucos países da Europa onde a produção de milho geneticamente modificado se verifica.

Fonte: zap.aeiou.pt

terça-feira, 5 de maio de 2015

"Jade Helm 15": EUA preparam-se para Lei Marcial ou é apenas um exercício militar ?

"Jade Helm 15" será realizado no Texas, Utah, Colorado, Califórnia, Arizona e Novo México de 15 de Julho a 15 de Setembro.

A comunidade americana está a reagir ao anúncio de um exercício militar a ser realizado durante o Verão no território americano.
O exercício chama-se "Jade Helm 15" e será realizado no Texas, Utah, Colorado, Califórnia, Arizona e Novo México, que serão declarados artificialmente no exercício militar como estados "hostis" ou "insurgentes". A divulgação desta informação tem causado reacções em todo o país. Alex Jones, popular locutor texano, comentou a 29 de Março que "isto não é um exercício, é a realidade a acontecer em nome de um exercício". E o Daily Mail cita Jones, advertindo que Jade Helm 15 é simplesmente "um esforço para testar a eficácia de técnicas de infiltração sobre o público americano".

O exercício propõe testar a população diante de um governo impopular e fora do controlo.
Os militares vão trabalhar com forças locais para aplicar as suas directivas de controlar civis e Estados numa pressuposta guerra civil e revoltas de grande impacto. Mas nem todos confiam nesta versão, pelo que o governo federal emitiu um comunicado posterior ao anúncio do exercício justificando que se destina a treinar forças militares para enfrentar cenários de revolta no exterior.

David Hodges, no site Common Sense admitiu que o Jade Helm 15 "é o exercício mais assustador a ocorrer em solo americano desde a Guerra Civil". E adiantou que "este é um ensaio massivo para aplicação da Lei Marcial". O mais assustador é que David, no Common Sense, revelou rumores de haver detenções de jornalistas do media independentes bem como de políticos independentes durante o exercício. O All News Pipeline fala também na possibilidade de confrontos com os rancheiros texanos, tradicionais oponentes ao governo federal.

As críticas ao exercício incluem também os procedimentos de desestabilização e confusão pública a serem incluídos no exercício de dois meses. Nestes procedimentos estão incluídos raids contínuos de aviões durante a noite, que podem impedir o normal funcionamento das localidades, e os disfarces civis que os militares usarão, bem como veículos civis, que podem causar perturbação local.

O exercício prevê a detenção de civis em campos de concentração e o uso de guerra psicológica para afectar os pontos de vista dos prisioneiros. A operação vai contar com forças especiais da Marinha (SEAL's), Operações Especiais da Força Aérea e Comandos do Exército; e conta ainda com equipas especiais de transportes e "parceiros interagências", revelou o comunicado do governo.

Fonte: http://pt.blastingnews.com

terça-feira, 28 de abril de 2015

Fumo do tabaco torna super-bactéria ainda mais agressiva

Uma investigação levada a cabo por investigadores de diversos países descobriu que o fumo do tabaco torna a super-bactéria Staphilococcus Aureus ainda mais agressiva e mais resistente do que ela já é.

Trata-se da mais famosa super-bactéria resistente conhecida e esta equipa de cientistas apurou que, quando é exposta ao fumo do tabaco, fica ainda mais resistente à intervenção do sistema imunitário infectado.

“Já sabemos que fumar afecta a respiração humana e as células imunes e agora mostramos que, por outro lado, o fumo também pode reforçar bactérias invasoras e torná-las mais agressivas”, salienta a líder do estudo, Laura Crotty Alexander, da Universidade de San Diego na Califórnia, citada pelosite Sci-News.com.

A investigação apurou que o fumo do cigarro reforça esta super-bactéria promovendo uma alteração nas paredes das suas células, a um tal ponto que estas se tornam mais eficazes a afastarem os péptidos anti-microbianos, pequenas partículas de proteínas que o sistema imunitário utiliza para despoletar inflamações nas células bacterianas.

E, a quanto mais fumo do cigarro são expostas, mais resistentes se tornam, de acordo com o estudo.

Os investigadores concluíram ainda que estas super-bactérias também se tornaram mais eficientes na invasão e na aderência às células humanas desenvolvidas em laboratório, após a exposição ao fumo do tabaco.

“Os fumadores de cigarros são conhecidos por serem mais susceptíveis a doenças infecciosas. Agora temos provas de que a resistência desta super-bactéria induzida pelo tabaco pode ser um factor de contribuição adicional”, acrescenta Laura Crotty Alexander.

Fonte: zap.aeiou.pt

quinta-feira, 23 de abril de 2015

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Algumas razões para o sobrevivencialista ter um arco

O arco é uma mais valia para qualquer um que tenha interesse em habilidades de sobrevivência primitivas ou sobrevivência urbana moderna, pelo que deve considerar seriamente a compra de um bom arco, e claro, tornar-se competente a usa-lo.
Existem inúmeros tipos e modelos de arcos para escolher, mas para sobrevivência, nós gostamos que seja
um arco que possa ocupar o menor espaço possível, e por isso um arco desmontável é a opção que iremos ver em seguida.

Custo
Existem bastantes modelos com um leque de preços muito amplo, mas um arco desmontável com alguma qualidade deverá conseguir comprar a um valor acessível, e se cuidar bem dele, provavelmente durará muitos e muitos anos. 
Mas não só o próprio arco é acessível, mas as munições (flechas) também o são, porque são reutilizáveis na maior parte das vezes. Com um pouco de prática, também pode fazer as suas próprias flechas, usando madeira ou outros materiais que possa encontrar.

Portabilidade
Desmontável, significa isso mesmo,  que o arco se desmonta em três partes: a secção do  meio e as duas laminas. Por norma é simples de desmontar, e é muito portátil. Ou seja, você  pode levar (esconder) o arco na sua mochila,  Bug Out Bag, ou até coloca-lo  num esconderijo. E é leve, pelo que o seu pouco peso torna-se uma vantagem adicional.

Versatilidade
As modernas flechas são o resultado de uma longa evolução.
Existem flechas de fibra de carbono (muito leves), de fibra de vidro, madeira, aluminiio, etrc. Assim como as pontas, que existem numa enorme variedade para todas as situações e necessidades, desde a caça maior até á pesca.
Uma boa seleção de pontas de flechas podem ser facilmente mantidas numa embalagem adequada, ou no veículo. Também pode (e deve) praticar ao fazer as suas próprias flechas e pontas de flecha, para que em  caso de necessidade o saiba.

Silencioso
Ao contrário das armas de fogo, o arco e flecha é uma arma muito silenciosa.
Haverá muitas ocasiões em que poderá precisar dessa vantagem…

Multi-Uso
Algumas peças do arco desmontável podem ser itens de multiuso, o que é sempre uma mais valia.
A mais óbvia peça multiuso é a corda do arco, que conforme o modelo varia em comprimento, e é muito forte.
Algumas formas de a usar são para fazer fogo (Bow drill),  laços / armadilhas,  para construir um abrigo,  para pescar, etc.
E se leva um arco, então quase de certeza que também leva algumas flechas.
Estas podem ser usadas como lanças para pequenos animais e peixes. Elas também podem ser fixadas a algo mais comprido e usado como uma lança para animais maiores. Essa lança até pode ser usada para auto-defesa.  Muitos outros usos podem ser dados, basta usar a imaginação (e o bom senso)…

Leis

O porte e uso de arco pode estar legislado (em Portugal está).
É importante conhecer a lei do seu país, quais as limitações legais, condições de aquisição, porte e uso.
Se for a uma loja especializada, com certeza que lhe poderão dar todas a informações necessárias e actualizadas.

No entanto, como tudo existem sempre alguns prós e contras do arco e flechas, vejamos:
Prós
• Muito portátil, para uma arma eficaz de longo alcance
• silencioso
• Acessível
• Multi-Uso
• reutilização de flechas
• Poder fazer flechas com vários materiais e no meio da natureza ou em zona urbana
Contras
• requer prática e habilidade para ser eficaz
• as flechas podem ser um pouco complicadas para embalar / transportar

Algo que gostamos no arco e flecha é que requer alguma habilidade para usar. É também algo que transmite um certo respeito, e em que noventa e nove por cento das vezes, é a habilidade que conta para ser capaz de a utilizar de forma eficaz - não o equipamento. E essa habilidade é sua, por isso mesmo que o seu arcoesteja danificado ou quebrado, numa situação de sobrevivência pode fazer um de um pedaço de madeira adequado (ou outro material), assim como as flechas. É claro que fazer um arco e flechas no meio do mato é definitivamente uma última opção.



A preparação é a chave.
Pratique agora para uma possível situação mais tarde.