quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Jean Raspail - O Acampamento dos Santos

 

        Tendo em vista a presente situação da Europa no que toca a imigração em massa, gostávamos de recomendar a leitura do "profético" livro «Le Camp des Saints»" de Jean Raspail, publicado originalmente em 1973 em França e em Portugal no ano de 1977, pelas Publicações Europa-América; tendo recebido na Língua Portuguesa o sugestivo e funesto título de "Mortos: 200 Milhões. Todos Nós".
Segue-se a sinopse da referida Obra:


*«Um dia, num futuro que não vem longe, uma estranha frota de velhos navios
corroídos pelo tempo e pelo uso parte do golfo de Bengala ruma em
direcção à Europa. Traz a bordo um milhão de estropiados: os esfomeados dos
"países subdesenvolvidos", que, cansados da miséria, resolvem bater às
portas do paraíso do homem branco.*

*Como irá ele reagir à invasão pacífica dos que vêm buscar abrigo nas suas
terras? Com a respiração suspensa, o mundo espera. Entretanto, ao longo de
todas as fronteiras do hemisfério rico, outros milhões de homens - muitos -
aguardam para se aventurarem também à conquista do paraíso...*

*Ficção científica? E talvez não, se tivermos presentes as previsões
demográficas para o ano 2000...*

*É este o grave problema que Jean Raspail nos propõe neste romance grave.
Um romance em que, através do trágico ou do burlesco das situações
imaginadas, o autor assume uma posição que o leitor pode aceitar ou
rejeitar. O problema, esse, talvez não possa ignorá-lo...»*

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Serviço de Inteligência Militar austríaco acusa E.U.A. de financiar invasão da Europa.


Os Estados Unidos estariam a financiar o tráfico de emigrantes desde a Líbia para a União Europeia, afirma o Info Direkt, que cita uma nota do Österreichischen Abwehramts (o serviço de inteligência militar da Austria) [1]. A Info Direkt é uma publicação nacionalista austríaca notoriamente ligada ás forças armadas. Thierry Meyssan assinalava, há já 4 meses, que a vaga de emigrantes que procuram alcançar a Europa, não é uma consequência acidental dos conflitos que sacodem o Médio-Oriente Alargado e a África, mas sim «um objectivo estratégico dos Estados Unidos» [2].

 Tradução Alva

FONTE

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

4 técnicas de sobrevivência que todos deveriam aprender

Nunca se sabe que tipo de situação catastrófica se pode ter que enfrentar na vida.
Hoje até pode pensar: “Não preciso de nada disso, nunca vou para o mato”. Mas, ainda que não seja muito do estilo “natural” que gosta de acampar, alguns truques que pode aprender vão literalmente ajudar a salvar a sua vida se o carro avariar num local ermoo, se for vítima de um desastre natural ou mesmo de um ataque, se ficar perdido durante uma caminhada,etc  – ou seja, existem inúmeras experiências que podem requerer habilidades de sobrevivência.
Segundo Kevin Reeve, professor de tácticas de sobrevivência, as prioridades para se salvar numa emergência são as seguintes:

•    Segurança imediata: se o prédio está em chamas, saia dali. Se alguém está atirando em si, procure cobertura. Seja qual for o perigo imediato, fique longe dele.
•    Primeiros socorros: verifique se tem lesões ou qualquer problema de saúde, e trate-os.
•    Protecção: se você está em risco de predadores, deve armar-se. Isso pode ser um pau, uma faca, uma espingarda ou qualquer coisa que possa encontrar e que sirva como arma de defesa.
•    Necessidades físicas (em ordem): abrigo, fogo, água, alimentos e higiene.

É importante notar também que uma ferramenta de sobrevivência fundamental é a simples atitude positiva. Parece algo um pouco idiota, mas isso pode fornecer-lhe a resistência mental para se manter seguro em diversas situações.
Em suma, a ideia do poder da mente sobre o corpo pode ajudá-lo a sobreviver.


4. Técnicas básicas de primeiros socorros, sem ajuda de um kit
Primeiros socorros é uma excelente habilidade para se ter. O bombeiro e paramédico Philip Carlson ensina como cuidar de certas lesões, caso não tenha um kit de primeiros socorros adequado por perto.
Na maioria dos casos, pode ignorar pequenos cortes, mas deve manter a ferida limpa e verificar se não está infeccionada. Se a lesão é profunda e não consegue parar o sangue, o último recurso é fazer um torniquete para estancar o fluxo. Os torniquetes devem ter pelo menos três centímetros de largura (use uma tira de camisa, um cinto etc) e ser apertados em torno da lesão. Cubra o ferimento com um qualquer material limpo que tiver.
Se deslocar um osso e precisar colocá-lo no lugar, aplique essas técnicas: para os ombros, pode rolar no chão ou bater contra uma superfície dura;, os joelhos podem ser estalados de volta no lugar esticando a perna para fora e puxando-a. Para fracturas, precisa encontrar material para fazer uma tala. Um par de varas pode ajudar. Estabilize o osso fracturado com os paus e amarre-os com corda para segurá-los no lugar.
Para cuidar de uma queimadura ou bolha, retire toda a roupa do local afetado e encontre água morna para limpá-la. Também ajuda revesti-la com mel, se estiver disponível. Enrole a queimadura com um pedaço úmido de roupa. Se água não estiver disponível, limpe os detritos, a sujeira e toda a pele solta da melhor maneira possível e tente encontrar água o mais rápido que puder. Não estoure quaisquer bolhas que possam ter se formado.

3. Proteção contra animais
Recomenda-se uma abordagem simples para lobos, coiotes e pumas: encare o animal e lentamente afaste-se dele. Esse tipo de animal gosta de contar com a surpresa para atacar, pelo que não deve avançar se perceber que a sua presença já foi notada e não representa um risco para ele.
Não se finja de morto, corra ou aproxime-se do animal. Se for encurralado, tente parecer tão grande quanto possível. Abra os braços e faça muito barulho. Se isso não funcionar, atire qualquer coisa que possa encontrar.
Se tiver que se defender de um ataque, Neil Strauss fornece um meio para se salvar de cães selvagens que pode ser aplicado a outros animais em caso de emergência: bloqueie a boca dele com seu braço não dominante e soque com sua mão dominante o focinho do animal, ou seus olhos. Assim, pode afastá-lo temporariamente, para correr e encontrar uma árvore para subir ou algo para se esconder.

2. Necessidades físicas
Para sobreviver, precisa de manter a sua temperatura corporal. Isso significa manter-se aquecido se estiver em um local gelado, ou manter-se fresco, se estiver num local quente. Em qualquer situação, procurar um abrigo é a primeira necessidade.
O abrigo precisa de atender a dois requisitos: bloquear os elementos e isolar do calor ou frio. Qualquer coisa que o proteja da neve, chuva ou sol vai funcionar, como uma lona ou saco de lixo cobertos com folhas ou erva para formar uma barreira.
Depois que tiver um abrigo, o próximo passo é fazer fogo. Os bombeiros recomendam manter duas coisas em mente quando se inicia uma fogueira: a direcção do vento e a área circundante.
O fogo é uma parte importante de sobrevivência, mas não é uma boa ideia incendiar toda a floresta á sua volta. Assim, a fogueira deve ser feita longe de galhos, raizes podres, troncos, erva seca e folhas.
Vejamos algumas maneiras de fazer fogo:
•    Com óculos:: use as lentes como uma lupa. Cuspa na lente e use-a para focar o sol num monte de folhas secas, galhos, etc. Vai levar um tempo, mas a pilha vai aquecer bastante e arder. Sopre com cuidado o fogo para aumentá-lo.
•    Com uma garrafa de água: A mesma ideia dos óculos pode ser aplicada a uma garrafa de água (ou um preservativo ou gelo). Concentre os raios do sol através da água para criar um único ponto de calor. Eventualmente, o ponto vai pegar fogo.
•    Com uma bateria de telemovel: os dois métodos acima requerem um dia ensolarado, mas nem sempre terá esse luxo. Se tiver uma bateria de lítio, encontre qualquer coisa como aço, faca ou outro material condutor para criar um curto entre os terminais positivos e negativos e provocar uma faísca.
•    Com galhos: este é de longe o método mais difícil, mas também é um dos cenários prováveis em que se pode encontrar. Nesse caso, esfregue rapidamente os paus e use o atrito para começar uma fogueira.

Se você está seguro em um abrigo e com fogo, agora precisa encontrar água para manter-se vivo.
Algumas dicas para encontrá-la:
•    Siga o som de fluxo da água para encontrar um rio ou riacho;
•    Animais que pastam costumam procurar água perto do amanhecer e do anoitecer. Segui-los muitas vezes pode levá-lo à água;
•    Moscas e os mosquitos tendem a permanecer num raio de cerca de 120 metros de água;
•    Orvalho que paira sobre a grama é uma excelente fonte de água. Você pode recolhe-lo usando um pano;
•    No deserto, muitas vezes é possível encontrar água cavando um riacho seco.
Uma vez que encontre uma fonte de água, tente fervê-la, se possível. Mesmo o mais limpo dos riachos pode ter micróbios e parasitas. Se isso não for uma opção, prefira a água de um riacho com corrente ou o orvalho nas folhas. A agua parada não é geralmente adequada para beber, mesmo que a possa ferver.
Também pode criar um filtro usando camadas de casca de árvore, pedras, areia e carvão vegetal.
Uma vez que conseguiu água, o próximo passo é conseguir comida.



Como matar um animal e cozinhá-lo é muito difícil não tendo nenhuma ferramenta disponível, uma solução é comer plantas. Se souber quais plantas e frutas pode comer em determinada egião, excelente.
Se não, faça um teste para ver se é seguro comê-las. A velha regra de ouro de comer o que os animais comem não é um método infalível. A fim de descobrir se uma planta é comestível, é precisa testá-la. Por exemplo, coloque um pequeno pedaço dela contra o lábio, depois na língua e, finalmente, em na boca toda. Infelizmente, tem que esperar oito horas antes de saber se a planta é segura para comer e mesmo assim, ainda é possível que ela tenha veneno.
Bagas, o tipo mais comum de fruto carnudo, que tenham cores: brancas e amarelas geralmente podem ser venenosas; roxas e azuis são boas para comer; vermelhas podem ser boas, ou venenosas – é melhor comer apenas as suas conhecidas.
Por fim, se se encontrar preso numa situação de emergência por muito tempo, precisa prestar atenção a alguns hábitos de higiene. Enquanto é possível ignorar a maior parte da higiene que faria se estivesse em casa, certos cuidados, explica o Dr. Dan Weiswasser, não devem ser ignorados.
Por exemplo, higiene dental. A placa dentária pode acumular-se rapidamente, e infecções dentárias são dolorosas e perigosas. Escovar os dentes e usar fio dental requerem ferramentas rudimentares relativamente universais e podem prevenir infecções. Pode fazer uma escova de dentes ou fio dental usando plantas ou pode apenas limpar os dentes com um pedaço de pano limpo.
Além disso, se estiver num local húmido, como uma floresta, bactérias e fungos podem crescer, especialmente em áreas intertriginosas (áreas onde a pele toca a pele como as axilas, sob os seios, na virilha, entre os dedos e em outras dobras da pele). Sendo assim, mantenha essas aéreas o mais secas e arejadas possível. Isso pode ser resolvido simplesmente usando roupas secas. Talco ou amido de milho também podem ser úteis para a absorção de humidade.

1. Como se orientar
Se está perdido, o ideal é observar o local e planear com calma para onde se dirigir. Na maioria dos casos, é melhor encontrar abrigo, água e esperar por ajuda. Se passar o tempo e ajuda não vier, é hora de tentar  localizar-se. A primeira coisa que precisa fazer é encontrar o norte.
O sol sempre nasce a leste e põe-se a oeste. Pode orientar-se através do sol, mesmo sem ter uma bússola, estendendo o braço direito em direcção ao lado que o sol nasce, ou seja, leste. Depois é só estender o braço esquerdo para o lugar onde o sol se põe. Fazendo este processo a pessoa pode deduzir que a sua frente está a região norte.
Encontrar norte é apenas metade da batalha. Ainda precisa saber para qual direcção precisa andar – nem sempre o norte é onde vai estar a estrada ou cidade mais próxima. Se não conhece a área, siga uma fonte de água a jusante, ou vá em direcção a uma clareira onde possa emitir um sinal de socorro.
A fim de ser resgatado, pode alertar um helicóptero ou avião que precisa de ajuda. Escrever SOS ou SOCORRO no chão dá certo, mas as letras precisam ter no mínimo seis metros.
Também pode usar roupas e galhos para fazer bandeiras e agitá-las. Se tem uma ferramenta de sinalização como uma chama, lanterna ou espelho, faça uso delas quando avistar um helicóptero. Reflicta o sol no espelho na direcção do helicóptero para atrair sua atenção.
Se ouvir equipes de resgate por perto, mas não tiver qualquer forma de sinalizar sua presença, pode gritar com uma voz profunda. Sons naturais têm geralmente um tom alto. Chamar em um tom baixo permite que as equipes de resgate saibam que é um ser humano.

Adaptado de: www.hypescience.com

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Quem Controlará as Armas?


                       Quando as pessoas falam sobre armas na sequência de tragédias como massacres em escolas, elas discutem sobre o que “nós” deveríamos fazer sobre as armas na América.

 “Nós deveríamos limitar a capacidade das lojas. Ninguém precisa disparar centenas de balas.”

“Deveríamos banir as carabinas de assalto. Ninguém precisa deste tipo de arma. Ela foi desenvolvida para uso exclusivo militar.”

 “Deveríamos impedir as pessoas de comprarem coletes a prova de balas. Ninguém precisa deste tipo de protecção.”

 “Deveríamos impedir pessoas “mentalmente instáveis” de ter acesso a armas.”

 Se dizes coisas como estas, deves ter um parafuso a menos.

          Quem são estes “nós”? Você e o seu voto? Você e seus representantes eleitos no Congresso – aqueles moralistas bem-feitores que tem uma taxa de aprovação que beira os 20%? É você e eles? Os seus "manos"? Quando dizes “nós” devemos controlar as armas, estás efectivamente a dizer que “eles” deveriam controlar as armas. Afinal, a menos que sejas um legislador ou oficial das forças de segurança, não vais escrever ou aplicar leis, ou mesmo controlar as armas. Outra pessoa vai estar a fazer isso. E essa pessoa terá uma arma, ou estará na frente de alguém que tenha. Quem vai decidir quem é mentalmente instável? Tu é que não!
Quem vai decidir de quanta munição ou de quanta protecção necessitas? Tu é que não...
 Eles cuidarão disso para ti. Não terás poder para pará-los. Não terás poder para fazer qualquer outra coisa que não seja gritar, chorar e “protestar”. E toma cuidado, porque se gritares demais, eles podem te declarar mentalmente instável. Quem vai pará-los? Quem poderia? Tu é que não.
        Recentemente o realizador de documentários Michael Moore fez um emocionado discurso televisivo sobre a necessidade de mais leis para controlo das armas. Moore especializou-se em filmes sobre a corrupção do Estado e de grandes empresas. Se os americanos concordarem amanhã em entregarem pacificamente as suas armas para o Estado, esta corrupção acabaria? As corporações globais, os interesses estrangeiros e os extremamente ricos deixariam de influenciar as políticas públicas? É claro que não.
Moore também foi um dos apoiantes do movimento “Occupy Wall Street” que criticava o “um porcento” dos americanos que controlavam praticamente a metade da riqueza da nação. O “um porcento” sem dúvidas é responsável por boa parte da injustiça e obviamente, desempenha um grande papel na corrupção estatal. Se esse “um porcento” controla o Estado, consequentemente controla a maioria das armas. Afinal – se Moore e outros merecem crédito – a América não vai à guerra principalmente para proteger os interesses financeiros desse “um porcento”?
           As pessoas dizem que querem “igualdade”. Bem, armas são óptimos agentes da igualdade. Não é importante para os cidadãos ter armas para caçar ou praticar tiro desportivo. Auto-defesa é uma boa razão para ter uma arma, mas não é a mais importante. A mais importante razão para cidadãos terem armas é como uma forma de impedimento contra a corrupção e a tirania do Estado. O Estado não luta com espadas ou varinhas mágicas. Luta com armas. Americanos precisam de carabinas de assalto precisamente porque foram desenhados para uso militar. Americanos precisam de armas porque sem elas nunca poderão fazer o que os seus Pais Fundadores fizeram. Sem armas, americanos nunca mais serão capazes de dizer BASTA de um modo que importa. Claro, poderão gritar, chorar e protestar. Mas, o que acontece com manifestantes quando são confrontados com um poder de fogo superior? Eventualmente vão para casa ou para a cadeia. O que mais poderiam fazer? Não obtém nada, porque não tem o poder que importa. O “um porcento” permanece no comando. As armas mudam as coisas a favor dos “noventa e nove porcento”.
           Mao Zedong escreveu uma citação famosa: “o poder político nasce do cano de uma arma.” Ele estava certo. Violência é ouro. Dar ao Estado o completo controlo sobre tal poder significa dar cem porcento do poder ao “um porcento” que controla o Estado corrupto. Homens sem armas estão à mercê dos homens que tem armas. Se o Estado controla todas as armas, as pessoas estão à mercê do Estado. Tudo que elas podem fazer é implorar.
        Homens que não tem permissão e acesso aos meios de combater a tirania não são mais homens livres. Eles são súbditos, possivelmente até escravos. Um país onde o povo não tem o poder que importa não pode mais se chamar um país livre. Um Estado onde o povo precisa confiar na benevolência de uma pequena classe toda-poderosa que mantém controlo completo e monopólio da violência é um Estado Policial.
       O Estado Policial controla as armas, e usa as armas para te controlar. Defensores do controlo de armas estão, efectivamente, a exigir um Estado Policial. Acho que deveríamos chamá-los assim. Deveríamos começar a referir-nos a eles como “defensores do Estado Policial”, porque um Estado Policial é essencialmente o que eles estão a pedir. Os americanos hoje estão distraídos por ideias superficiais acerca do que a liberdade significa. Para muitos, “liberdade” significa legalizar a erva e o casamento gay. Nenhuma destas “liberdades” ameaça o Estado Policial. De qualquer formas — nossos manipuladores dirão — fique pedrado e case com seu namorado gay se isto te fizer sentir “livre”. Só não te oponhas a nossa autoridade crescente e intrusiva, nem ameaces nossos interesses financeiros. Dê-nos as tuas armas, e nunca mais digas BASTA de um modo que importe. É para o vosso próprio bem! Não queremos que vocês se magoem ou magoem-se uns aos outros.


Jack Donovan 

FONTE