quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

François Hollande agradece ao rei Mohammed VI a ajuda de Marrocos


Foi a “inteligência” marroquina (a ‘secreta’ mais eficaz em Molenbeek, na Bélgica…) que indicou a Paris o endereço do apartamento, onde se escondera o ‘comando’ jihadista, em Saint-Denis, nos arredores de Paris. O assalto da polícia francesa não permitiu que nenhum membro do ‘comando’ escapasse e saldou-se por três jihadistas mortos e oito presos. Dois dias depois, o presidente François Hollande recebeu o rei de Marrocos no palácio do Eliseu para lhe agradecer a preciosa colaboração. Como se sabe, os amigos são para as ocasiões e é na infelicidade que se descobre quem é realmente amigo. Mohammed VI (filho do legendário Hassan II) soube e pôde “ser amigo”… E Hollande não se fez rogado a agradecer-lhe e nem se revelou poupado nos agradecimentos.
Fica, porém, o amargo sublinhado de quem não pôde e não soube sê-lo quando lhe competia… Basta recordar o comunicado do ministério francês do Interior, bastante explícito, a afirmar que Paris não tinha recebido nenhuma informação sobre os atentados de nenhum Estado europeu e que apenas recebera, nas horas seguintes aos atentados, informação de um Estado não-europeu… Conclusão: os belgas não sabem nada do que se passa no seu território de Molenbeek mas, felizmente, há marroquinos a sabê-lo!
Também o comunicado oficial do Eliseu é muito explícito. Depois de referir que os dois chefes de Estado reafirmaram “a determinação partilhada para conduzir em conjunto o combate contra o terrorismo e a radicalização e trabalhar para a resolução das crises regionais e internacionais”, o comunicado oficial diz preto no branco que Hollande quis agradecer a Mohammed VI “a assistência eficaz de Marrocos na sequência dos atentados”. Uma recepção oficial no Eliseu e um comunicado oficial a que nenhum chefe de Estado ou de Governo da União Europeia teve direito… A operação dos jihadistas em Paris provou que esta Europa vai nua e que não é nada bonito nem atraente o que essa nudez mostra.

domingo, 29 de novembro de 2015

Fronteiras Abertas: O suicídio colectivo da Europa

Em face do grave problema com que a Europa se debate, e com os terríveis e trágicos atentados terroristas que sofreu recentemente, este video que já se tornou viral, demonstra o que a Europa enfrenta.
Depois não digam que não foram avisados...

domingo, 15 de novembro de 2015

A matemática é uma ciência exacta


A matemática é uma ciência exacta.
Tínhamos chamado à atenção, num artigo anterior, das enormes possibilidades de eficácia ao somarmos 2+2 que o resultado só poderia ser 4!
Mais de uma centena de mortos, dezenas de estropiados e outro tanto de feridos…!
Perante este cenário, que não é novidade (para nós), os “especuladores matemáticos” continuam a conseguir obter resultados diversos com a simples adição de 2+2.
Fiquem atentos e mantenham-se a salvo.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Perdido o rasto a 17000 AK47


Sabe-se que os serviços de informação ocidentais perderam o rasto a 17000 AK47, e que as mesmas não foram para África, havendo uma grande probabilidade de que se encontrem em território europeu.
Faz já algum tempo que a Europa está a sofrer uma invasão, que imigrantes entram em massa no continente; recentemente, como é sabido, deu-se uma tentativa de atentado, mais propriamente de massacre, num comboio, feito apenas por um só homem (um marroquino, radical islâmico, pelo que se pensa), que transportava armas adquiridas na Bélgica. É certo que Ayub El Khazzani nega a tentativa de atentado, e afirma que apenas tencionava roubar os passageiros, no entanto, Ayub El Khazzani era já conhecido em Espanha por defender o Jihad.
Duas questões não têm resposta, ainda, mas não é difícil imaginar uma. 
1º: As 17000 AK47, às quais se perdeu o rasto, estão na posse de quem? 
2º: Se um homem apenas quase fez um massacre, que fariam 100, 1000, ou 10000, com os mesmos recursos e com a mesma vontade?