quinta-feira, 4 de maio de 2017
A Iminência de Uma Guerra Nuclear?
Ontem acordei com um feed de notícias no smartphone que era algo como: "Iminência de Guerra Nuclear"... Uma ótima notícia afinal, para quem ainda nem sequer tomou o pequeno almoço (?).. Isso para quem é ligado à temática sobrevivencialista pode significar desde uma guerra psicológica orquestrada pelos plutocratas ocidentais e o seu aparato mediático, esses organismos parasitários de engenharia social, controlo do pensamento e fabrico de opinião com objectivos nebulosos, até uma eventualidade plausível a ser levada em conta ... Longe de qualquer alarmismo de alguns preppers (a malta dos anos 50 até os 80 dormia e acordava pronta para fugir à toda velocidade para os seus abrigos nucleares ao primeiro sinal de ataque) ou por outro lado, da tranquilidade bovina das massas, acreditamos à priori, que ninguém; nem mesmo o refujihadista mais fanático e burro com uma bomba nuclear montada na banheira de algum apartamento em Paris ou Berlim (exagero histriônico aqui) deseja iniciar uma guerra nuclear, algo que em última análise poderia significar simplesmente a total ou quase total aniquilação da vida na terra, sem que haja vencedores ou vencidos.
Como aquilo que os media internacionais gostam de chamar o "fantasma da guerra fria" não foi devidamente banido, apenas guardado numa pasta burocrática qualquer para voltar a ser evocado no momento oportuno, não esqueçamos da sua potencialidade real de assombro nos dias de hoje, ainda que improvável; e relembremos aquelas lições que todos os Cold War Preppers conheciam perfeitamente:
Como Sobreviver a um Ataque Nuclear
A Guerra Fria acabou há mais de duas décadas e muitas pessoas nunca viveram sob a sombra de uma aniquilação nuclear. Ainda assim, um ataque nuclear é uma ameaça muito real. A política global está longe de ser estável e a natureza humana não mudou nada desde as últimas duas décadas. "O som mais persistente que reverbera através da história da humanidade é o bater dos tambores de guerra".
Com a existência de armas nucleares, sempre há o perigo de elas serem usadas. É possível sobreviver a uma guerra nuclear? Apenas teorias existem, algumas dizem sim, outras dizem não. Para alguns, especialmente nos grandes centros populacionais, pode parecer um esforço inútil. Se existirem sobreviventes, serão aqueles que estão mental e logisticamente preparados para tal evento. O que você deve fazer? Onde você deve se abrigar? Eis como se preparar:
Método 1
Preparando-se com antecedência
1
Faça um plano. Se um ataque nuclear acontecer, não será seguro se aventurar por aí afora
atrás de comida - você deve se manter abrigado por pelo menos 48 horas, preferivelmente
mais. Ter alimentos e suprimentos médicos à mão pode acalmar sua mente e permitirá que
você se concentre em outros aspectos da sobrevivência.
2. 2
Estoque alimentos não-perecíveis. Tais alimentos podem durar anos, quer seja estocados
ou sustentando você depois de um ataque. Escolha itens que contenham muito carboidrato,
para que você tenha mais energia para seu corpo, e os armazene em um local fresco e seco:
• Arroz branco
• Trigo
• Feijões
• Açúcar
• Aveia
• Macarrão (massas)
• Leite em pó
• Frutas e vegetais secos
• Construa lentamente seu estoque. Sempre que você for ao supermercado, pegue um
ou mais itens para seu estoque de comida. Eventualmente, você deve ter construído
um estoque que dure meses.
• Certifique-se de ter um abridor de latas para itens enlatados.
3. 3
Armazene água. Considere manter um suprimento de água em recipientes plásticos. Limpe
os recipientes com uma solução alvejante, depois os encha com água filtrada e destilada.
• Tente ter 4,5 litros por pessoa por dia.
• Para purificar água caso haja um ataque, mantenha água sanitária e iodeto de potássio
por perto.
4. 4
Consiga suprimentos para comunicação. Poder se manter informado, bem como alertar os
outros de sua posição, pode ser valioso para sua vida. Eis do que você pode precisar:
• Um rádio: Tente encontrar um que seja movido à energia solar ou à manivela. Se
você tiver que usar um modelo à pilha, certifique-se de ter à mão pilhas extras.
• Um apito: Você pode usar isso para pedir ajuda.
• Seu celular: O serviço de telefonia celular pode ou não ser mantido, mas você irá
querer estar pronto para isso. Se puder, encontre um carregador solar para o seu
modelo.
5. 5
Estoque suprimentos médicos. Ter alguns itens médicos disponíveis pode fazer a diferença
entre viver e morrer se você for machucado em um ataque. Você precisará:
• Um kit básico de primeiros socorros: Você pode comprar estes kits prontos, ou fazer
o seu mesmo. Você precisa de gazes esterilizadas e curativos, pomada antibiótica,
luvas de látex, tesoura, pinças, um termômetro e um cobertor.[1]
• Um livreto de instrução de primeiros socorros: Compre um desses, ou monte seus
próprios materiais impressos da internet. Você deve saber como fazer curativos em
feridas, administrar RCP, tratar choque e queimaduras.
• Medicamentos de prescrição médica e suprimentos: Se você toma um medicamento
específico todos os dias, tente se assegurar de guardar um pequeno suprimento de
emergência.
6. 6
Consiga outros itens diversos. Conclua seu kit de emergência com o seguinte:
• Uma lanterna e pilhas
• Máscara de proteção contra pó
• Papel filme e fita adesiva
• Sacos de lixo, lacres de plástico e lenços umedecidos para limpeza pessoal
• Uma chave inglesa e alicate, para desligar coisas como o gás e a água
7.
7
Fique de olho nas notícias. Um ataque nuclear provavelmente não virá sem aviso da nação
inimiga. Tal ataque seria precedido por uma deteriorante situação política. Uma guerra com
armas comuns entre as nações que possuem armas nucleares, se não concluída depressa,
pode se intensificar e tornar-se uma guerra nuclear; e até mesmo ataques nucleares em uma
região pode se transformar em uma guerra nuclear mundial.
Muitos países têm um sistema de classificação para indicar a iminência de um ataque. Nos
Estados Unidos e Canadá, por exemplo, pode ser útil saber o nível de DEFCON (DEFesa
CONdição).
8.
8
Avalie seu risco e considere sair da cidade se um ataque nuclear parece provável. Se
sair da cidade não for uma opção, então isso deve pelo menos afetar o tipo de abrigo que
você irá construir para si mesmo. Saiba a sua proximidade em relação aos próximos alvos e
planeje de acordo:
• Os campos de aviação e as bases navais, especialmente aquelas conhecidas por
abrigar bombardeiros nucleares, submarinos nucleares lançadores de mísseis
balísticos, ou silos com Mísseis Balísticos Intercontinentais (ICBM). Estes locais são
certos de serem atacados mesmo em uma pequena guerra nuclear.
• Portos comerciais e pistas com mais de 3Km de comprimento. Estes provavelmente
serão atacados até mesmo em uma pequena guerra nuclear e com certeza serão
atacados em uma grande guerra nuclear.
• Centros do governo. Estes provavelmente serão atacados até mesmo em uma
pequena guerra nuclear e com certeza serão atacados em uma grande guerra nuclear.
• Grandes cidades industriais e grandes centros populacionais. Estes provavelmente
serão atacados no caso de haver uma grande guerra nuclear.
9.
9
Aprenda a diferença entre as armas nucleares.:
• Fissão (Bombas-A) são a arma nuclear mais básica e são incorporadas em outras
classes de armamentos. Esta bomba é feita à partir da divisão de um núcleo pesado
(plutônio e urânio) com nêutrons; pois a divisão de átomos do urânio e do plutônio
libera grandes quantidades de energia - e mais nêutrons. Os nêutrons perigosos
causam uma reação nuclear em cadeia extremamente rápida. As bombas de fissão
foram os únicos tipos de bombas nucleares usadas na guerra até agora.
• Fusão (Bombas-H), usando o incrível calor de uma "vela de ignição" de uma bomba
de fissão, comprime e aquece o deutério e o trítio (isótopos do hidrogênio, que se
fundem, liberando uma imensa quantidade de energia). As armas de fissão também
são conhecidas como armas termonucleares, já que é necessário altas temperaturas
para fundir o deutério e o trítio; tais armas são geralmente muitas vezes mais
poderosas do que as bombas que destruíram Nagasaki e Hiroshima.
Método 2
Sobrevivendo a um ataque iminente
1.
1
Procure abrigo imediatamente. Além dos avisos de perigo geopolítico, seus primeiros
avisos de um ataque nuclear iminente provavelmente serão um alarme ou um sinal de aviso;
se não for, será a explosão propriamente dita. A luz clara da detonação de uma arma nuclear
pode ser vista a dezenas de quilômetros do centro da explosão. Se você estiver nos arredores
da explosão (ou no centro dela), as suas chances de sobrevivência são quase inexistentes, a
menos que você esteja em um abrigo que forneça uma proteção contra explosão muito,
muito boa. Se você estiver a alguns quilômetros de distância, terá entre 10-15 segundos até
que a onda de calor atinja você e talvez 20-30 segundos até que a onda de choque o atinja.
Sob circunstância alguma você deve olhar diretamente para a bola de fogo. Em um dia
claro, isso pode causar cegueira temporária em longas distâncias.[2] Porém, o raio de dano
real é altamente variável, dependendo do tamanho da bomba, a altitude da explosão e até
mesmo as condições climáticas durante a explosão.[3]
• Se você não puder encontrar abrigo, procure uma área rebaixada próxima e deite-se
com o rosto para o chão, deixando o mínimo possível de pele à mostra. Se não
houver um abrigo assim, cave o mais rápido possível. Mesmo a cerca de 8
quilômetros você irá sofrer queimaduras térmicas de terceiro grau; mesmo a 32
quilômetros, o calor pode queimar a pele do seu corpo. O próprio vento chegará a
960Km/h e irá destruir qualquer coisa que esteja em campo aberto.
• Se as opções anteriores não forem possíveis, fique dentro de casa, se, e somente se,
você puder ter certeza de que o prédio não irá sofrer nenhum dano por conta da
explosão e do calor. Isso irá, pelo menos, dar alguma proteção contra a radiação. Se
esta é uma opção viável, depende da construção do prédio e o quão próximo você
provavelmente estará do centro da explosão. Fique bem longe de janelas,
preferivelmente em uma sala sem janelas; mesmo se o prédio não sofrer nenhum
dano substancial, uma explosão nuclear irá explodir as janelas a enormes distâncias.
[4]
• Se você morar na Suíça ou Finlândia, verifique se sua casa tem um abrigo antiatômico.
Se não, determine onde o abrigo anti-atômico de seu
povoado/vilarejo/cidade fica e aprenda a chegar lá. Lembre-se: em qualquer lugar da
Suíça, você poderá encontrar um abrigo anti-atômico. Quando as sirenes soarem na
Suíça, aconselha-se que você informe àqueles que não podem ouvir (isto é, os
surdos) e, em seguida, ouça a National Radio Services (RSR, DRS e/ou RTSI).
• Não fique próximo de nada inflamável ou combustível. Substâncias como o nylon e
qualquer material à base de óleo podem queimar por conta do calor.
2.
2
Lembre-se de que a exposição à radiação pode causar um grande número de mortes.
• Radiação Inicial. Esta é a radiação liberada no momento da explosão e ela tem vida
curta e viaja apenas pequenas distâncias. Acredita-se que com as grandes ondas das
armas nucleares modernas isso matará poucos daqueles que não forem mortos pela
explosão ou calor na mesma distância.[5]
• Radiação residual. Conhecida como precipitação radioativa. Se a detonação foi uma
explosão de superfície, ou se a bola de fogo atingir a terra, uma grande quantidade de
precipitação radioativa ocorre. A poeira e a sujeira levantada até a atmosfera cai,
trazendo consigo grandes quantidades de radiação. A precipitação radioativa pode
cair do céu como uma fuligem preta conhecida como "chuva negra", que é altamente
fatal e pode ter temperatura extrema. A precipitação radioativa irá contaminar
qualquer coisa que tiver contato com ela.
Assim que você tiver sobrevivido à explosão e à radiação inicial (por enquanto, pelo
menos; os sintomas de radiação têm um período de incubação), você deve encontrar
proteção contra a fuligem negra ardente.
3.
3
Conheça os tipos diferentes de partículas de radiação. Antes de continuarmos, devemos
mencionar os três tipos diferentes:
• Partículas Alfa. Estas são as mais fracas e durante um ataque são quase inexistentes
enquanto ameaça. As partículas alfa irão sobreviver por apenas alguns centímetros no
ar antes de serem absorvidas pela atmosfera. Elas apresentam uma ameaça minúscula
no exterior e são fatais se ingeridas ou inaladas. Roupas normais irão protegê-lo
contra as partículas Alfa.
• Partículas Beta: Estas são mais rápidas do que as partículas Alfa e podem penetrar
mais profundamente. Elas irão viajar até 10 metros antes de serem absorvidas pela
atmosfera. A exposição a estas partículas não é fatal, a menos que seja por um
período prolongado; o que pode causar "queimaduras Beta", quase como
queimaduras solares. Elas apresentam uma ameaça grave, porém, aos olhos, se eles
forem expostos a tais partículas por um período prolongado de tempo. Mais uma vez,
tais partículas são perigosas se ingeridas ou inaladas e a roupa irá prevenir
queimaduras Beta.
• Raios Gama: Os Raios Gama são os mais mortais. Eles podem viajar por quase
1,6km no ar e penetrar em quase qualquer tipo de proteção. Por isso a radiação gama
irá causar danos graves aos órgãos internos enquanto fonte externa. Será necessário
uma proteção suficiente para aplacar estes raios.
• O fator de proteção (PF) de um abrigo contra a radiação dirá a você quantas
vezes menos uma pessoa dentro do abrigo irá receber radiação comparado a
uma pessoa no espaço aberto. Por exemplo, um PF de 300 significa que você
receberá 300 vezes menos radiação no abrigo do que no descampado.
• Evite a exposição à radiação Gama. tente não passar mais do que 5 minutos
exposto. se você estiver em uma área rural, tente encontrar uma caverna, ou
tronco caído no qual você possa se esgueirar. Do contrário, cave um buraco
onde você possa ficar, com terra empilhada ao seu redor.
4.
4
Comece reforçando seu abrigo de dentro para fora, colocando terra ao redor das
paredes, ou qualquer outra coisa que você possa fazer. Se estiver em uma trincheira,
então crie um teto, mas só se tiver materiais por perto; não se exponha quando não for
necessário. O tecido de um pára-quedas, ou uma tenda irá ajudar a impedir que os detritos da
precipitação radioativa caiam em você, embora isso não impeça os raios Gama. É
impossível, num nível físico muito fundamental, proteger-se completamente da radiação. Ela
só pode ser reduzida a um nível tolerável. Use as informações a seguir para ajudar você a
determinar a quantidade de material de que você precisa para reduzir a penetração da
radiação para 1/1000:[6]
• Aço: 21 cm
• Pedra: 70-100 cm
• Concreto: 66 cm
• Madeira: 2.6 m
• Solo: 1 m
• Gelo: 2 m
• Neve: 6 m
5.
5
Planeje ficar em seu abrigo por no mínimo 200 horas (8-9 dias). Sob circunstância
alguma deixe seu abrigo nas primeiras 48 horas.[7]
6.
6
Racione os suprimentos. Você precisará racionar para sobreviver, obviamente; portanto,
você irá eventualmente se expor à radiação (a menos que você esteja em um abrigo
específico com água e comida).
• Alimentos processados podem ser ingeridos, contanto que o recipiente não tenha
furos e esteja relativamente intacto.
• Os animais podem ser comidos, mas devem ter a pele retirada cuidadosamente e o
coração, fígado e rins descartados. Tente não ingerir a carne próxima ao osso, já que
a medula óssea retém radiação.
• Coma pombos
• Coma coelhos
• As plantas na "zona quente" são comestíveis; aquelas com raízes ou que sejam
tubérculos (como batatas e cenouras) são altamente recomendadas. Faça um teste na
planta para verificar se ela é comestível. Veja Como Testar se uma Planta é
Comestível.
• A água em aberto pode ter recebido partículas da precipitação radioativa e é
prejudicial. A água de uma fonte abaixo da terra, como um lençol de água ou um
poço coberto, é sua melhor opção (Considere criar um destilador solar básico). Use a
água de correntes e lagos apenas como último recurso. Crie um filtro cavando um
buraco de cerca de 30cm da margem e puxando a água dele. Ela pode estar turva,
então espere as impurezas assentarem, depois ferva a água para garantir que está livre
de bactérias. Se estiver em um prédio, a água é geralmente segura para ser bebida. Se
não houver água (provavelmente não haverá), use a água dos canos abrindo a torneira
na parte mais alta da casa para deixar o ar entrar, depois abra a torneira na parte mais
baixa da casa para drenar a água.
• Saiba como purificar água.
7.
7
Vista-se por completo (chapéu, luvas, óculos de proteção, camisa de manga longa
fechada, etc.), especialmente quando estiver do lado de fora, para prevenir queimaduras
Beta. Descontamine as roupas sacudindo-as constantemente e lavando com água qualquer
pele exposta; o resíduo em contato prolongado com a pele irá eventualmente causar
queimaduras.
8.
8
Trate as queimaduras de radiação e térmicas.
• Queimadura leve: Também conhecida como queimadura Beta (embora possa ser de
outras partículas). Coloque os locais com queimaduras Beta em água gelada até que a
dor desapareça (geralmente 5 minutos).
• Se a pele começar a formar bolhas, queimar ou rachar; lave com água gelada
para remover as substâncias contaminantes, depois cubra com uma compressa
estéril para prevenir a infecção. Não estoure as bolhas!
• Se a pele não formar bolhas, queimar ou rachar; não a cubra, mesmo se a
queimadura for em uma grande parte do corpo (quase como uma queimadura
solar). Ao invés disso, lave a área e cubra-a com vaselina ou uma solução de
bicarbonato de sódio e água, se disponível. Mas, terra (não-contaminada)
úmida serve.
• Queimadura grave: Conhecida como queimadura térmica, já que vem geralmente do
calor causado pelas explosões de alta intensidade, ao invés das partículas ionizantes,
embora a última também possa causá-las. Podem ser uma ameaça à vida; tudo tornase
um fator: perda de água, choque, danos nos pulmões, infecção, etc. Siga estes
passos para tratar uma queimadura grave.
• Proteja as queimaduras de uma contaminação maior.
• Se a área queimada estiver coberta por roupa, corte gentilmente e remova a
roupa da queimadura. Não tente remover a roupa que está presa ou que
está fundida com a queimadura. Não tente puxar as roupas da
queimadura. Não coloque nenhuma pomada na queimadura.
• Lave gentilmente a área queimada com água apenas. Não aplique cremes ou
pomadas.[8]
• Não use use gazes médicas estéreis que não sejam especificamente para
queimaduras. Como as gazes não-aderentes para queimaduras (e outros
suprimentos médicos) provavelmente não devem estar sobrando, uma
alternativa é usar papel filme, que é estéril, não gruda nas queimaduras e é
fácil de encontrar.
• Previna o choque. Choque é o fluxo inadequado de sangue aos tecidos e
órgãos vitais. Se não for tratado, pode ser fatal. O choque é resultado da perda
excessiva de sangue, queimaduras profundas, ou reações à visão de uma
ferida ou sangue. Os sinais são inquietação, sede, palidez e taquicardia. O
suor pode ocorrer mesmo se a pele estiver fresca e úmida. Conforme a pessoa
piora, a respiração é rápida e difícil, com um olhar vago. Tratamento:
mantenha os batimentos cardíacos e a respiração adequados massageando o
peito e posicionando a pessoa para uma respiração adequada. Afrouxe
quaisquer roupas apertadas e explique que está tudo bem. Seja firme, embora
gentil e auto-confiante.
9.
9
Sinta-se livre para ajudar pessoas com a doença da radiação, também chamada de
Síndrome da Radiação. Ela não é contagiosa e tudo depende da quantidade de radiação que
a pessoa recebeu. Eis uma versão condensada da tabela:
10.
10
Familiarize-se com as unidades de radiação. (Gy (gray) = a unidade do Sistema
Internacional para medir a dose absorvida de radiação ionizante. 1 Gy = 100 rad. Sv
(Sievert) = a unidade do Sistema Internacional para medir a dose equivalente, 1 Sv = 100
REM. Para simplificação, 1Gy é geralmente equivalente a 1Sv.)
• menos que 0.05 Gy: Sem sintomas visíveis.
• 0.05-0.5 Gy: Diminuição temporária da contagem de células vermelhas.
• 0.5-1 Gy: Diminuição da produção de células imunológicas; suscetibilidade a
infecções, náusea, dores de cabeça e vômito podem ser comuns. Geralmente é
possível sobreviver a esta quantidade de radiação sem qualquer tratamento médico.
• 1.5-3 Gy: 35% dos expostos morrem em 30 dias. (LD 35/30) Náusea, vômito e perda
de todos os pêlos do corpo.
• 3-4 Gy: Intoxicação grave por radiação, 50% de mortes depois de 30 dias (LD
50/30). Outros sintomas são similares à dose 2-3 Sv, com sangramento incontrolável
na boca, debaixo da pele e nos rins (50% de probabilidade no 4 Sv) depois da fase
latente.
• 4-6 Gy: Intoxicação aguda por radiação, 60% de mortes depois de 30 dias (LD
60/30). A fatalidade aumenta de 60% em 4.5 Sv para 90% em 6 Sv (a menos que haja
cuidado médico intenso). Os sintomas se iniciam entre meia hora a duas horas depois
da irradiação e duram até 2 dias. Depois disso, há uma fase latente de 7 a 14 dias,
depois da qual geralmente os mesmos sintomas aparecem como os da radiação entre
3-4 Sv, com intensidade aumentada. A esterilidade feminina é comum neste ponto. A
recuperação leva entre vários meses a um ano. As causas primárias de morte (em
geral 2 a 12 semanas após a irradiação) são as infecções e o sangramento interno.
• 6-10 Gy: Intoxicação aguda por radiação, perto de 100% de mortes depois de 14 dias
(LD 100/14). A sobrevivência depende de cuidados médicos intensos. A medula
óssea é quase ou completamente destruída, então é preciso um transplante de medula.
Os tecidos gastro-intestinais estão gravemente danificados. Os sintomas começam de
15 a 30 minutos depois da irradiação e podem durar até 2 dias. Subsequentemente, há
uma fase latente de 5 a 10 dias, depois da qual a pessoa morre por infecção ou
sangramento interno. A recuperação demoraria vários anos e provavelmente nunca
seria completa. Devair Alves Ferreira recebeu uma dose de aproximadamente 7.0 Sv
durante o incidente em Goiânia e sobreviveu, em parte, devido à sua exposição
fracionada.
• 12-20 REM: A morte é 100% nesta fase; os sintomas aparecem imediatamente. O
sistema gastrointestinal é completamente destruído. Sangramento incontrolável na
boca, sob a pele e nos rins. A fadiga e a doença cobram seu preço. Os sintomas são os
mesmos de antes, com intensidade aumentada. É impossível se recuperar.
• Mais do que 20 REM. Os mesmos sintomas se desencadeiam imediatamente, com
intensidade aumentada, depois cessam durante vários dias na fase "fantasma".
Subitamente, as células gastrointestinais são destruídas, com a perda de água e o
sangramento em excesso. A morte começa com delírio e insanidade. Quando o
cérebro não consegue mais controlar as funções como a respiração ou a circulação
sanguínea, a pessoa morre. Não há tratamento médico que possa reverter o quadro; a
ajuda médica serve apenas como conforto.
• Infelizmente, você tem que aceitar que uma pessoa pode em breve morrer. Embora
seja difícil, não gaste rações ou suprimentos com pessoas morrendo de doenças de
radiação. Mantenha os alimentos para as pessoas em boa forma e saudáveis, se for
necessário distribuir. A doença da radiação prevalece entre os muitos novos, os
idosos e as pessoas doentes.
11.11
Proteja equipamentos elétricos críticos contra o EMP. Uma arma nuclear detonada a uma
altitude muito grande irá gerar um pulso eletromagnético tão poderoso que pode destruir
dispositivos eletrônicos e elétricos. No mínimo, desligue todos os dispositivos das tomadas
e antenas. Coloque rádios e lanternas em um contêiner de metal selado (uma "gaiola de
Faraday") pode protegê-los do EMP, contanto que os itens sendo protegidos não estejam em
contato com a gaiola. A gaiola de metal deve envolver o item protegido completamente - e
ajuda se ele estiver aterrado.
• Os itens a serem protegidos devem ser isolados da parte condutora, já que, se o
campo EMP passar pela proteção, ainda pode induzir voltagens em placas com
circuitos estáticos. Um "cobertor espacial" metalizado, enrolado firmemente ao redor
de um dispositivo enrolado em jornal ou algodão pode agir como uma gaiola de
Faraday, útil se a pessoa estiver longe da explosão.
• Outro método é enrolar uma caixa de papelão em cobre ou papel alumínio. Coloque
o item lá e ligue o dispositivo ao chão.
12.
12
Esteja preparado para ataques subsequentes. Muito provavelmente, um ataque nuclear
não será um evento único. Esteja preparado para outro ou outros ataques das nações
inimigas, ou uma invasão da parte inimiga.
• Mantenha seu abrigo intacto, a menos que os materiais usados sejam absolutamente
necessários para a sobrevivência. Colete qualquer água limpa e alimento que esteja
disponível.
• Porém, se a nação atacante atacar novamente, provavelmente será em outra parte do
país. Se nada mais funcionar, viva numa caverna.
Dicas
• Certifique-se de não deixar ninguém saber quanto ou o que você tem com você.
• Construa um abrigo nuclear com antecedência. Os abrigos nucleares caseiros podem ser
criados usando um porão. Porém, muitas casa não possuem porões; se for o caso, considere
construir um abrigo comunitário ou um abrigo privado em seu quintal.
• Certifique-se de lavar tudo, especialmente comida, mesmo que esteja em seu abrigo.
• Certifique-se de se atualizar dos últimos direcionamentos e anúncios do Governo.
Avisos
• Nunca perca a calma, especialmente se você estiver no comando. Isso é importante para
manter um nível de moral alto entre as pessoas, o que é essencial em situações difíceis.
• Saiba se há um ataque de retaliação ou uma segunda detonação na sua área. Se sim, você
deve esperar outras 200 horas (8-9 dias) à partir da última detonação.
• Mesmo que seja seguro sair do abrigo, a lei local e o governo federal estarão em modo de
crise. Coisas ruins podem acontecer, então permaneça escondido até que seja seguro.
Falando de forma geral, se você vir tanques (a menos que sejam tanques hostis), algum tipo
de ordem foi restaurada.
• Tire um tempo para aprender tudo o que puder sobre essa emergência. Cada minuto gasto
aprendendo "o que fazer e o que é seguro" irá poupar um tempo precioso quando a
necessidade aparecer. Depender de esperança e sorte numa situação assim é imprudente.
• Não beba, coma ou entre em contato corporal com qualquer planta, córrego ou objeto
metálico encontrado em uma área desconhecida.
• Não se exponha. Não se sabe quantos roentgens uma pessoa pode receber sem ficar com
nenhuma doença de radiação. Normalmente, leva entre 100-150 roentgens para adquirir uma
doença leve, a qual você pode sobreviver. Mesmo que você não morra de uma doença de
radiação, você ainda pode desenvolver câncer depois.
Fontes e Citações
• Ehrlich, R, (1984). Waging Nuclear Peace: The Technology and Politics of Nuclear
Weapons, ISBN 9780873959193
• Langford, R. Everett (2004), Introduction to Weapons of Mass Destruction, ISBN
0471465607
• Wiseman, J, (1986), SAS Survival Handbook, ISBN 9780002727747
ARTIGO PARCIALMENTE COPIADO DA WIKIHOW
terça-feira, 25 de abril de 2017
Um Treino com Calibre 12
O Grupo Legio aproveitou esse feriado para colocar a pontaria em dia. Sim senhor! Uma manhã muito agradável!
terça-feira, 11 de abril de 2017
Adaptação ao cenário de emergência e a outros imprevistos.
Nos
nossos dias, há grupos que se treinam e preparam para cenários caóticos
e apocalípticos. Temos assistido, ainda que de forma discreta, a
agrupamentos de pessoas que se congregam em comunidades de número
variável, denominados preppers, tendo em mente cenários de resistência e
de sobrevivência.
Neste sentido, ensaiam actividades e procedimentos,
tais como construção de Bunkers, armazenamento de comida para meses ou
anos e treino de defesa contra possíveis atacantes ou invasores das suas
propriedades. Isto para além das autoridades nacionais e de protecção
civil que têm por objectivo a preparação e a reunião de meios para
responder a acidentes localizados de grandes dimensões. Porém, estas
últimas, na minha opinião, não reúnem condições para responder com
eficácia e rapidez a acontecimentos de grande gravidade, como por
exemplo um tremor de terra de elevada magnitude em Lisboa, pelo menos
nas primeiras 24 horas, mesmo contando com uma possível ajuda de meios
de todo o país e com o apoio dos três ramos das Forças Armadas. Daí que a
própria protecção civil aconselhe as pessoas a ter certas provisões de
reserva, que são assunto de muitos vídeos colocados no Youtube e
descritos noutros sites.
Na
minha experiência pessoal de situações de emergência, acidentes com
familiares na estrada, emergências médicas e experiências pessoais, é
valioso o conhecimento dos efeitos do stress e a exacta noção de como as
pessoas reagem. O medo é o sentimento que prevalece e dá origem às mais
diversas reacções, o que se intensifica nos nossos dias, pois todos
contamos com as mais diversas facilidades no nosso dia-a-dia,
proporcionadas por todo o tipo de dispositivos e equipamentos
electrónicos e informáticos.
As
pessoas, de um modo geral, não pensam nem se preparam - com previdência
e treino - para grandes desastres, como sismos, ciclones, tempestades
de grande magnitude, ataques terroristas de grande escala, guerras,
acidentes químicos, pandemias, entre outros, pois de um modo geral estão
convencidas de que as agências de protecção civil e de socorro tratarão
delas atempadamente na maioria das situações, sendo que em alguns casos
isto pode ser verdade. Por outro lado, certos meios tecnológicos de que
dispomos, em especial o telemóvel, podem ser um instrumento de
sobrevivência e em certas circunstâncias salvar muitas vidas. Contudo,
devemos pensar melhor se não estaremos a depositar nestes meios
demasiada confiança, sobretudo as gerações mais novas. Imaginemos, por
exemplo, uma situação em que uma jovem, vendo-se presa por causa de uma
intempérie numa estação de comboios, telefona aos pais em busca de
transporte e socorro, mas devido a uma chuva muito forte, a linha de
comboio fica inundada ou um poste é derrubado, um posto de transformação falha, os meios tecnológicos aqui não podem servir de grande ajuda.
Não
precisamos por isso de imaginar nenhum ataque terrorista nem noutra
tragédia de grande magnitude. Basta um acidente que cause o bloqueio das
vias terrestres. Lembremos a título de exemplo o que aconteceu no Verão
passado no nosso país quando aquele casal português se tornou famoso,
ao ter comprado e distribuído água às pessoas retidas na autoestrada,
que foram apanhadas desprevenidas num dia de calor intenso de Verão. Por
vezes, pequenos objectos como uma lanterna podem evitar situações de
pânico, tais como um canivete ou um quebra-vidros dentro de um carro,
imagine-se a situação de um acidente rodoviário, em que um sujeito se
encontre preso pelo cinto de
segurança e se encontre encarcerado com uma criança atrás. Quanto tempo
terá ele de esperar até a operação de socorro chegar? Ou numa situação
de queda de árvores devido ao mau tempo. Ou quando se anda sozinho de
bicicleta, aqueles que, com frequência saem da estrada, e têm acidentes e
ficam feridos, quantos desses trazem algum objecto sonoro como um apito
ou de luz para sinalizarem o alerta?
Há
toda uma panóplia de situações várias que podem ser colmatadas por
aquilo que se designa por EDC (every day carry - objectos de
sobrevivência que devem andar sempre connosco). Passamos então a
descrever uma possível lista desses objectos EDC:
-O telemóvel
-Um canivete com lâmina de dimensões legais, abaixo de 10 cm, os do tipo Suíço são melhores.
-Uma lanterna de boa marca e resistente a uma queda e úteis na defesa pessoal
-Carteira com pensos para feridas e um mínimo de dinheiro, pois se a luz falha não funciona o multibanco
-Uma garrafa com um pouco de àgua
-Um quebra-vidros
-Um assobio ou apito
-Um isqueiro (muito importante, podes ser preciso fazer fogo em várias situações com usos diversos)
-Luvas cirúrgicas
-Medicamentos usados em situações de urgência, como por exemplo anti-inflamatórios e analgésicos
-Um cinto regulável que possa servir de torniquete ou ajudar a dominar um cão enfurecido
-Calçado resistente
Para
complementar juntamos o link do excelente documentário "Britain
Blackout". Este demonstra que sem electricidade a sociedade actual fica
completamente vulnerável.
terça-feira, 4 de abril de 2017
COMO NÃO SOBREVIVER
Há seis anos, quando eu comecei a escrever O SOBREVIVENTE
havia apenas débeis luzes sob os desastres mundiais confrontados
pela humanidade. Como Historiador, eu poderia combinar as causas e
efeitos que levaram à ruína civilizações do passado e traçar um
paralelismo com as mesmas influências degenerativas que condenam a
nossa própria civilização.
Entretanto, mais e mais pessoas despertaram ao menos para o
facto de que o mundo está em terríveis apuros. A maioria, porém;
se entretém com a crença de que a sabedoria prevalecerá - Um líder
estará em algum lugar lá fora: O inimigo será exposto e destruído,
etc. Tal coisa nada mais é do que ocupar-se de ilusão agradável. É
a arrogância quase paranoica de acreditar que a nossa
geração é de alguma forma favorecida em relação a, ou superior a povos inteiros
destruídos pelas mesmas causas ao longo da história.
Muitas pessoas, mesmo sobrevivencialistas, são incapazes de aceitar o fim da civilização mundial: Eles o confundem com o fim do Mundo, ponto.
A queda de Atlântida foi o fim da última civilização mundial. Foi uma experiência tão rompante, tão completa que mesmo a maioria dos estudiosos consideram-na um mito. Contudo, não marca o fim do mundo. Sua totalidade residia no fato de que estava interligada e interdependente em relação a outras culturas da Terra, como na nossa presente civilização global.
Houve sobreviventes da queda de Ur dos Caldeus, Babilónia, Grécia e Egipto. Mas para a maioria de seus habitantes foi realmente o fim do mundo.
geração é de alguma forma favorecida em relação a, ou superior a povos inteiros
destruídos pelas mesmas causas ao longo da história.
Muitas pessoas, mesmo sobrevivencialistas, são incapazes de aceitar o fim da civilização mundial: Eles o confundem com o fim do Mundo, ponto.
A queda de Atlântida foi o fim da última civilização mundial. Foi uma experiência tão rompante, tão completa que mesmo a maioria dos estudiosos consideram-na um mito. Contudo, não marca o fim do mundo. Sua totalidade residia no fato de que estava interligada e interdependente em relação a outras culturas da Terra, como na nossa presente civilização global.
Houve sobreviventes da queda de Ur dos Caldeus, Babilónia, Grécia e Egipto. Mas para a maioria de seus habitantes foi realmente o fim do mundo.
Quase como a Atlântida, o Império Romano
espalhou uma teia de interdependência através de toda a Europa. À
sua queda seguiram-se as centenas de anos de ignorância, miséria,
despotismo, inquisição e degradação conhecida como a Idade das
Trevas. Mas não foi o fim do mundo.
De 1348 a 1361 a Peste Negra envolveu a
Europa. Uma metade dos britânicos morreram enquanto o resto da
Europa sofreu uma perda de um quarto de sua população. A praga
devastou as cidades, aniquilando as classes baixas mas deixando a
Aristocracia e os camponeses relativamente seguros.
O DECAMERON de Boccaccio é uma coleção de histórias supostamente contadas por um grupo de afluentes e inteligentes Florentinos que durante a praga fugiram da assolada Florença para o campo; lá se reuniram e contaram histórias espirituosas até passar o pior. Não era o fim do seu mundo. Terminada a peste, eles voltaram aos seus lares. Como a classe trabalhadora foi dizimada, os sobreviventes tiveram de substituir as mãos por máquinas. A tecnologia e a ciência floresceram e o período foi chamado a Renascença ou o Renascimento.
O DECAMERON de Boccaccio é uma coleção de histórias supostamente contadas por um grupo de afluentes e inteligentes Florentinos que durante a praga fugiram da assolada Florença para o campo; lá se reuniram e contaram histórias espirituosas até passar o pior. Não era o fim do seu mundo. Terminada a peste, eles voltaram aos seus lares. Como a classe trabalhadora foi dizimada, os sobreviventes tiveram de substituir as mãos por máquinas. A tecnologia e a ciência floresceram e o período foi chamado a Renascença ou o Renascimento.
Aceitemos portanto, o fim da civilização mundial com a
esperança de não perecermos necessariamente junto com ela.
Depois de fazer isso, você poderá ver o absurdo das seguintes
medidas de emergência para sobreviver a uma calamidade temporária:
Investir em bens intangíveis, ouro, prata, diamantes,
antiguidades,
pinturas: Estes são dependentes do seu valor no desejo, não na necessidade.
Quando a necessidade é a maior consideração, o desejo é simplesmente uma emoção frívola.
pinturas: Estes são dependentes do seu valor no desejo, não na necessidade.
Quando a necessidade é a maior consideração, o desejo é simplesmente uma emoção frívola.
Para trocar os seus bem preciosos por bens de
primeira necessidade, você terá que esperar até que os
excedentes de produção sejam criados. No entanto, digamos que você
se aproxima de um fazendeiro e lhe oferece um Krugerrand de 600
dólares para seu valor em frangos. Se você tiver sorte, ele poderá
oferecer-lhe um frango de 600 dólares...
Veículos “Bugout”:
Eu me divirto com as fantasias de alguns tipos urbanos
que enchem autocaravanas com tudo o que poderia ser necessário para sobreviver! Quando a coisa atingir a ventoinha (SHTF), eles sairão apenas quando os tumultos se tornarem demasiado ferozes ou as nuvens dos cogumelos atómicos pairarem directamente sobre as suas cabeças. Estradas bloqueadas por veículos sem combustível e / ou destruídos
selarão o destino da maioria dos “bugouters”. Os bandidos darão conta de muitos daqueles que conseguirem ultrapassar os congestionamentos.
que enchem autocaravanas com tudo o que poderia ser necessário para sobreviver! Quando a coisa atingir a ventoinha (SHTF), eles sairão apenas quando os tumultos se tornarem demasiado ferozes ou as nuvens dos cogumelos atómicos pairarem directamente sobre as suas cabeças. Estradas bloqueadas por veículos sem combustível e / ou destruídos
selarão o destino da maioria dos “bugouters”. Os bandidos darão conta de muitos daqueles que conseguirem ultrapassar os congestionamentos.
As pessoas nas áreas rurais, ameaçadas por
multidões de refugiados,
alvejarão quem quer que não se mantenha em movimento. Você não poderá carregar combustível suficiente para se manter em movimento. Levarão semanas, talvez meses, para os habitantes rurais ficarem sem suprimentos em suas aldeias e vilas. Afugentando os forasteiros, como é óbvio, haverá pouquíssimas chances de que seja concedido refúgio entre eles antes que teus próprios suprimentos esgotem, independentemente do que tenhas para barganhar.
O melhor é abastecer um um U-Haul* e dirigir-se para as Ozarks agora mesmo.
alvejarão quem quer que não se mantenha em movimento. Você não poderá carregar combustível suficiente para se manter em movimento. Levarão semanas, talvez meses, para os habitantes rurais ficarem sem suprimentos em suas aldeias e vilas. Afugentando os forasteiros, como é óbvio, haverá pouquíssimas chances de que seja concedido refúgio entre eles antes que teus próprios suprimentos esgotem, independentemente do que tenhas para barganhar.
O melhor é abastecer um um U-Haul* e dirigir-se para as Ozarks agora mesmo.
Abrigos Nucleares: Estes são para áreas urbanas. Executivos e homens de negócios presos ao sistema acreditam que poderão abrigar-se antes de que a precipitação nuclear os atinja. Depois de um par de semanas eles imaginam que sairão para algum tipo de “Admirável Mundo Novo”, onde voltarão para suas mesas e continuarão o seu trabalho como o costume.
Quando as cidades se forem, as pessoas presas
em abrigos terão o mesmo destino daquelas que não têm abrigos. A
chance de viver mais um par de semanas de vida não vale a despesa.
Nos anos 50, os abrigos teriam sido práticos na eventualidade de uma
guerra nuclear mas nos anos 80 a devastação será tão maior, que
a reconstrução em ruínas nucleares será impensável por anos.
(imaginem agora, entre 2017 e
2020!)
Fora das grandes cidades, um bunker poderá ser agradável e uma proteção contra o pior da precipitação nuclear. Ainda assim, seria um abrigo para meses, senão anos.
Hiroshima e Nagasaki provaram a falácia das mutações, obliteração por doenças relacionadas à radiação, esterilidade e câncer anos depois. A maioria sobreviverá sem abrigos, a menos que toda a vida seja destruída.
Fora das grandes cidades, um bunker poderá ser agradável e uma proteção contra o pior da precipitação nuclear. Ainda assim, seria um abrigo para meses, senão anos.
Hiroshima e Nagasaki provaram a falácia das mutações, obliteração por doenças relacionadas à radiação, esterilidade e câncer anos depois. A maioria sobreviverá sem abrigos, a menos que toda a vida seja destruída.
Arsenais: Adoro
armas, mas só tenho o suficiente para mim. Eu não terei que armar
os meus vizinhos porque nunca conheci ninguém aqui que não
estivesse bem armado.
Tenho uma estação de recarga completa, abrangendo cada rifle, tamanho da espingarda e pistola das variedades mais comuns. Esqueça o exótico! Estou preparado para recarregar para a comunidade. Isso é tudo que é necessário.
Tenho uma estação de recarga completa, abrangendo cada rifle, tamanho da espingarda e pistola das variedades mais comuns. Esqueça o exótico! Estou preparado para recarregar para a comunidade. Isso é tudo que é necessário.
No entanto, eu li a respeito de “fanáticos
por armas” a comprar de tudo o que dispare projéteis, como se
armas fossem tudo o que importa. Eles devem pensar que o tiroteio
durará por anos a fio. Talvez até estejam certos se ficarem presos
entre as grandes cidades
e as áreas rurais bem defendidas. Nesse caso, esses “fanáticos por armas”
tornar-se-ão justamente naquilo o que eles imaginam que estão a se armar contra.
Assim, a menos que sejas um armeiro ou um colecionador honesto, você não tem
nenhuma razão para adquirir armas apenas para tê-las. Melhor gastar o seu dinheiro em itens mais úteis. Sim, você deve ter uma boa caçadeira, carabina e pistola.
Você deve obter uma cópia do livro de Mel Tappan, “SURVIVAL GUNS” e escolher as melhores armas que possa pagar e nas variedades adequadas às suas reais necessidades... Mas considerar um arsenal mais importante do que as ferramentas necessárias à sobrevivência de longo termo é pura imaturidade.
e as áreas rurais bem defendidas. Nesse caso, esses “fanáticos por armas”
tornar-se-ão justamente naquilo o que eles imaginam que estão a se armar contra.
Assim, a menos que sejas um armeiro ou um colecionador honesto, você não tem
nenhuma razão para adquirir armas apenas para tê-las. Melhor gastar o seu dinheiro em itens mais úteis. Sim, você deve ter uma boa caçadeira, carabina e pistola.
Você deve obter uma cópia do livro de Mel Tappan, “SURVIVAL GUNS” e escolher as melhores armas que possa pagar e nas variedades adequadas às suas reais necessidades... Mas considerar um arsenal mais importante do que as ferramentas necessárias à sobrevivência de longo termo é pura imaturidade.
Luta contra o comunismo: Com o atual comunismo marxista em declínio, o dinheiro e oesforço gasto na luta contra essa ideologia estúpida é um desperdício. É claro que o termo "comunismo" está a se tornar "Bildeberger", "Trilateralismo", etc. que é supostamente a mesma coisa. Parece que tudo é parte de um enorme enredo. A crença em tal enredo é comumente conhecida como “Teoria da conspiração". Comunistas, Bildeberger, Trilateralistas e talvez uma dúzia outros grupos vagos estão a receber o crédito por quase tudo o que está errado no nosso planeta. Se um culpado pudesse ser encontrado, identificado, combatido e finalmente neutralizado, toda a "luta" seria razoável.Mas esse absurdo tem acontecido há anos sem nada para demonstrar além das exposições de todos os "patriotas".
Quando Roma foi cercada pelos bárbaros e
arruinada pelas revoltas de proletários e
escravos
libertos, os justos cidadãos desperdiçaram tempo valioso a seguir
as suas próprias teorias de conspiração. Roma caiu sem que nenhum
dos "conspiradores" fosse incomodado.
O ponto é que a degeneração não precisa
de nenhum rótulo. Rotulá-la apenas dá a falsa esperança de que um
rótulo é de alguma forma como um alvo contra o qual se possa
disparar. Este é um falso conforto já que o alvo em si é falso.
A manipulação política e internacional dos párias do mundo devem ser ignoradas neste momento. Quanto melhor preparado você estiver para cuidar de seus próprios problemas, melhor você será capaz de lidar com os vermes quando o colapso vier. Enquanto isso, não comprometa os teus esforços para a sobrevivência, ficando indignado com o que uma chusma de predadores condenados e parasitários têm feito.
REVOLTA CONTRA A CIVILIZAÇÃO, de Lothrop Stoddard, está a ser disposto neste volume. Ele mostra como os comunistas são simplesmente inteligentes, perdedores engenhosos a incitar perdedores ineptos contra os melhores indivíduos. No que me diz respeito, os perdedores tomaram as cidades e destruíram as suas economias. Que eles fiquem com as cidades! A maioria deles morrerá nelas.
A manipulação política e internacional dos párias do mundo devem ser ignoradas neste momento. Quanto melhor preparado você estiver para cuidar de seus próprios problemas, melhor você será capaz de lidar com os vermes quando o colapso vier. Enquanto isso, não comprometa os teus esforços para a sobrevivência, ficando indignado com o que uma chusma de predadores condenados e parasitários têm feito.
REVOLTA CONTRA A CIVILIZAÇÃO, de Lothrop Stoddard, está a ser disposto neste volume. Ele mostra como os comunistas são simplesmente inteligentes, perdedores engenhosos a incitar perdedores ineptos contra os melhores indivíduos. No que me diz respeito, os perdedores tomaram as cidades e destruíram as suas economias. Que eles fiquem com as cidades! A maioria deles morrerá nelas.
Kurt Saxon -1980
* *
U-Haul: espécie de atrelado de pequenas dimensões muito popular nos
EUA sobretudo nos anos 80/90.
domingo, 26 de março de 2017
A importância do desempenho cognitivo intelectual para a sobrevivência.
Num contexto de sobrevivencialismo, em todos os cenários valorizamos com justeza a preparação e as capacidades físicas, assim como aspectos logísticos em relação ao meio que nos rodeia.
Em todos os cenários, valoriza-se sempre a possibilidade de contarmos com um considerável armazenamento de medicamentos de actuação SOS como antibióticos, anti-inflamatórios e analgésicos, alimentos, ferramentas, entre muitas outras coisas. A suplementação alimentar é vista como um luxo proveniente de tempos de paz e de estabilidade, uma espécie de sinal dos tempos modernos dos países industrializados e urbanos.
Provavelmente muitos ignoram que num cenário de possível escassez alimentar , os suplementos e alguns tipos de medicamentos poderão desempenhar um papel essencial para nos mantermos mais tempo aptos e saudáveis. Outro aspecto também muito negligenciado é o desempenho cognitivo e emocional. Sem esquecer que o potencial intelectual de cada um vem em esmagadora percentagem da sua herança genética, não devemos esquecer que até esse mesmo potencial pode degenerar-se facilmente, seja em tempos de paz ou em tempos mais conturbados.
A propósito disto, vivemos numa época em que a esperança de vida tem aumentado em relação a décadas anteriores. Hoje em dia, a percentagem de população com mais de 70 anos cresceu bastante na maioria dos países industrializados do Hemisfério Norte, e não são raros os casos em que um indivíduo chega aos 90 anos. Porém, as doenças degenerativas relacionadas com o desempenho cognitivo e psíquico também aumentaram, afectando as pessoas a partir de determinada idade. Surgem cada vez mais casos do mal de Alzheimer e de demência vascular em famílias sem antecedentes dessas doenças. Segundo os entendidos, este problema deve-se em muito a um estilo de vida sedentário e a alimentação desequilibrada. Outras teorias muito divulgadas acusam o papel nefasto de certas substâncias presentes em alimentos processados , tais como o aspartame e o glutamato de potássio, em pesticidas que se encontram na fruta e nos legumes, tais como o fluor, assim como a poluição atmosférica.
Por outro lado, a sociedade dos dias de hoje, sendo bastante competitiva , recorre com frequência a estimulantes enrgéticos para o cansaço físico e mental e não é de espantar a popularidade e a procura que os estimulantes cerebrais, naturais e sintéticos têm tido um pouco por todo o mundo industrializado. São os denominados nootrópicos (nootropics, mais popularmente, em inglês). Noo em grego significa mente, tropo significa direcção. Quase todos nós, numa ocasião ou noutra, já tivemos de tomar algum tipo de suplemento, natural ou menos natural, com o objectivo de reduzir o cansaço, melhorar a memória ou propiciar boa disposição. Até mesmo às crianças e aos adolescentes em alguns casos, lhes foram ministradas drogas sintéticas, denominadas de “inteligentes”, tais como a Ritalina, com o fim de lhes melhorar o rendimento escolar.
Em muitos países estas drogas foram proibidas, pois os efeitos negativos tornaram-se evidentes.
Os estudos científicos não são conclusivos quanto ao efeito real da maioria dos medicamentos nootrópicos, sejam eles sintéticos ou naturais. Os profissionais da saúde dividem-se, apontando muitas vezes dúvidas e demonstrando cepticismo. Contudo, frequentemente as pessoas que tomam tais drogas e suplementos sentem e afirmam melhorias consideráveis nos seus desempenhos cognitivos e emocionais. Claro que deveremos sempre mencionar que o estilo de vida e os hábitos alimentares são determinantes num bom desempenho intelectual e no estado emocional. Uma boa alimentação, actividade física regular e hábitos culturais que desafiem o conhecimento são essenciais para este efeito. Para além do mais importante, que é providenciar ao cérebro tempo de descanso suficiente. Cada vez mais, os médicos são peremptórios na importância fundamental do sono, afirmando mesmo que dormir o tempo suficiente – entre seis a oito horas diárias – é tão ou mais importante do que comer. Seja para o desempenho cognitivo seja para a saúde de um modo geral. Por isso, antes de partirmos para a suplementação ou medicação com o fim de melhorarmos a nossa performance intelectual e emocional, há que antes de mais alterar estes hábitos, sendo que o tempo de descanso do sono continua a ser desprezado por muitos. Mas partindo para os ditos nootrópicos podemos dividi-los entre os naturais e os sintéticos. Entres estes últimos estão os compostos químicos da família dos racetams e o Adderall, entre outros menos populares. Entre os naturais a gama é muito variada, desde as vitaminas até aos ácidos gordos, magnésio e outras plantas às quais se atribuem efeitos benéficos para estes casos, como é o caso do gincko biloba, do ginseng (chinês, americano e coreano), raiz do ouro, entre muitos outros. As vitaminas do complexo B desempenham um papel fulcral, em termos alimentares, existem em boas quantidades nas carnes vermelhas e em algumas leguminosas. Ácidos gordos como o ómega 3 e o magnésio são essenciais para este efeito e para a saúde um modo geral. Em modo de conclusão, podemos referir que podemos e devemos procurar formas de melhorar o nosso desempenho intelectual, físico, emocional ou outros, seja na forma natural ou medicamentosa. Estes aspectos são essenciais para a nossa qualidade de vida, à mediada que envelhecemos, seja em que contexto histórico for, e sobretudo para a nossa sobrevivência num cenário adverso. Contudo, nós somos o resultado das nossas opções de vida e dos nossos hábitos. Não podemos esperar bons resultados quando não estamos a moldar a nossa existência de modo correcto. Não existem pílulas milagrosas e a nossa vontade e espírito de sacrifício serão essênciais para o nosso desempenho, seja ele cognitivo ou de outro nível qualquer. A nossa preparação para um cenário desfavorável passa esencialmente pelos hábitos que adquirimos e as defesas que obtivermos enquanto estivermos a tempo de o fazer.
terça-feira, 14 de março de 2017
Permacultura e bioconstrução (livros)
No âmbito do tema da agricultura biológica e práticas ecologicamente sustentáveis, tem surgido, nos últimos anos, um crescente interesse na área da permacultura e bioconstrução. O que se entende por permacultura? O termo permacultura foi inventado nos anos 70 por 2 australianos, David Holmgren e Bill Mollison, para descrever um sistema pioneiro que tem como pretensão fazer frente à degradação ecológica causada, entre outros factores, por práticas agrícolas agressivas para o ambiente. Para tal, tem tentado desenvolver estratégias no sentido de criar métodos sustentáveis de produção de alimentos. Não se trata de um sistema com práticas rígidas e fixas. No entanto, possui um conjunto de valores éticos que permanecem constantes independentemente da situação, quer se esteja a criar sistemas de planeamento urbano ou comércio, quer se esteja a gerir uma pequena horta ou uma floresta de 2000 hectares.
A permacultura está baseada, nomeadamente, no reconhecimento de padrões e princípios universais observados na natureza, aprendendo a aplicá-los em sistemas ecológicos arquitectados pelo Homem. Ao contrário de tentar domar a natureza, procura-se colaborar com ela. Desta forma, são frequentemente utilizadas práticas típicas de agricultura biológica como rotações de culturas, consociações, alternativas à luta química (pesticidas) no controlo de inimigos da cultura, etc. No entanto, a permacultura procura, igualmente, explorar outras questões como o uso de fontes de energia renovável, bioconstruções (construções que não sejam agressivas para o ambiente), captação e filtragem de água, entre outros aspectos.
Segundo David Holmgren, os 12 princípios de design da permacultura são:
1. Observe e interaja: Ao interagirmos com a natureza, podemos desenhar soluções adequadas à nossa situação particular.
2. Capte e armazene energia: Desenvolvendo sistemas que permitem arrecadar recursos que estejam no pico de abundância, podemos utilizá-los quando houver necessidade.
3. Obtenha rendimento: Assegure-se de que está a obter recompensas verdadeiramente úteis como parte do trabalho que está a desempenhar.
4. Pratique auto-regulação e aceite retornos: Devemos desencorajar actividades desadequadas para garantir que os sistemas continuem a funcionar bem.
5. Utilize e valorize recursos e serviços renováveis: Faça o melhor uso da abundância da natureza para reduzir o nosso comportamento consumista e a nossa dependência em recursos não renováveis.
6. Evite o desperdício: Ao valorizar e fazer uso de todos os recursos que estão disponíveis para nós, nada será desperdiçado.
7. Projecte dos padrões aos detalhes: Dando um passo atrás, podemos observar padrões na natureza e na sociedade. Estes padrões podem formar a espinha dorsal dos nossos projectos, com os detalhes a ser preenchidos conforme avançamos.
8. Integrar ao invés de segregar: Colocando as coisas certas no local certo, fazemos com que as relações entre uma e outra se desenvolvam e elas passam a trabalhar juntas para ajudar uma à outra.
9. Utilize soluções pequenas e lentas: Sistemas pequenos e lentos são mais fáceis de manter do que sistemas grandes, fazendo uso mais adequado de recursos locais e produzindo resultados mais sustentáveis.
10. Utilize e valorize a diversidade: A diversidade reduz a vulnerabilidade a uma variedade de ameaças e tira vantagem da natureza única do ambiente na qual reside.
11. Utilize bordas e valorize elementos marginais: A interface entre as coisas é onde os eventos mais interessantes ocorrem. É onde frequentemente estão os elementos mais valiosos, diversificados e produtivos de um sistema.
12. Utilize e responda criativamente às mudanças: Podemos ter um impacto positivo nas mudanças inevitáveis se as observarmos com atenção e intervirmos no momento certo.
Para quem quiser explorar este tema, no seguinte link podem ser encontrados alguns dos mais importantes livros de permacultura e bioconstrução (em formato pdf):
http://www.ideasverdes.es/2000-libros-gratis-sobre-permacultura-agroecologia-bioconstruccion-y-vida-sustentable/
A permacultura está baseada, nomeadamente, no reconhecimento de padrões e princípios universais observados na natureza, aprendendo a aplicá-los em sistemas ecológicos arquitectados pelo Homem. Ao contrário de tentar domar a natureza, procura-se colaborar com ela. Desta forma, são frequentemente utilizadas práticas típicas de agricultura biológica como rotações de culturas, consociações, alternativas à luta química (pesticidas) no controlo de inimigos da cultura, etc. No entanto, a permacultura procura, igualmente, explorar outras questões como o uso de fontes de energia renovável, bioconstruções (construções que não sejam agressivas para o ambiente), captação e filtragem de água, entre outros aspectos.
Segundo David Holmgren, os 12 princípios de design da permacultura são:
1. Observe e interaja: Ao interagirmos com a natureza, podemos desenhar soluções adequadas à nossa situação particular.
2. Capte e armazene energia: Desenvolvendo sistemas que permitem arrecadar recursos que estejam no pico de abundância, podemos utilizá-los quando houver necessidade.
3. Obtenha rendimento: Assegure-se de que está a obter recompensas verdadeiramente úteis como parte do trabalho que está a desempenhar.
4. Pratique auto-regulação e aceite retornos: Devemos desencorajar actividades desadequadas para garantir que os sistemas continuem a funcionar bem.
5. Utilize e valorize recursos e serviços renováveis: Faça o melhor uso da abundância da natureza para reduzir o nosso comportamento consumista e a nossa dependência em recursos não renováveis.
6. Evite o desperdício: Ao valorizar e fazer uso de todos os recursos que estão disponíveis para nós, nada será desperdiçado.
7. Projecte dos padrões aos detalhes: Dando um passo atrás, podemos observar padrões na natureza e na sociedade. Estes padrões podem formar a espinha dorsal dos nossos projectos, com os detalhes a ser preenchidos conforme avançamos.
8. Integrar ao invés de segregar: Colocando as coisas certas no local certo, fazemos com que as relações entre uma e outra se desenvolvam e elas passam a trabalhar juntas para ajudar uma à outra.
9. Utilize soluções pequenas e lentas: Sistemas pequenos e lentos são mais fáceis de manter do que sistemas grandes, fazendo uso mais adequado de recursos locais e produzindo resultados mais sustentáveis.
10. Utilize e valorize a diversidade: A diversidade reduz a vulnerabilidade a uma variedade de ameaças e tira vantagem da natureza única do ambiente na qual reside.
11. Utilize bordas e valorize elementos marginais: A interface entre as coisas é onde os eventos mais interessantes ocorrem. É onde frequentemente estão os elementos mais valiosos, diversificados e produtivos de um sistema.
12. Utilize e responda criativamente às mudanças: Podemos ter um impacto positivo nas mudanças inevitáveis se as observarmos com atenção e intervirmos no momento certo.
Para quem quiser explorar este tema, no seguinte link podem ser encontrados alguns dos mais importantes livros de permacultura e bioconstrução (em formato pdf):
http://www.ideasverdes.es/2000-libros-gratis-sobre-permacultura-agroecologia-bioconstruccion-y-vida-sustentable/
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
Suécia Sob Ocupação
A Suécia está a dar o berro. Há 55 zonas em que a polícia não entra, ou melhor, ambulâncias não entram e a polícia, se entra, é bom que leve bons agentes para proteger bombeiros e afins. A polícia estima que precisaria de mais 200 agentes que não possui. Têm sido encontradas granadas activas pela polícia em certas zonas e tem ocorrido um aumento de todo o tipo de desordens, desde carros incendiados a tráfico de drogas, crimes estes que têm subido a um ritmo alarmante. Na Turquia, as autoridades já informam os seus cidadãos de que a Suécia ou deslocações à Suécia são muito perigosas e a polícia não consegue controlar a situação. Estocolmo é um caso complicado mas Malmö é o "fim". Demitem-se 3 polícias por dia. Na Suécia, os agentes são bem preparados, há muitas agentes femininas, e estes começam a ficar exaustos e exaustas com o peso que os conflitos e o stress causam. Na noite após os comentários proferidos por Donald Trump acerca da Suécia, a polícia sueca disparou sobre indivíduos que partiram instalações e, segundo se pensa, atearam fogos de propósito para atrair a polícia. A polícia pede para as mulheres não saírem à noite para não serem violadas.
Em 2015, a Suécia, um país com 9,5 milhões de habitantes, recebeu mais de 160000 pedidos de asilo e é estimado que até ao final de 2016 tenha acolhido 190000 refugiados (2% da população). O grau de violência dos crimes está a aumentar e a polícia começa a perder a batalha, e isto transformou o problema numa crise existencial para o país.
Seguem-se alguns vídeos relevantes:
No seguinte vídeo, o conhecido Paul Joseph Watson começa por referir que os assassinatos aumentaram 80% e em certas zonas começaram-se a ver crianças armadas. Os media estão a esconder a situação, há Somalis que estavam na Suécia que dizem que querem voltar para a Somalia porque é mais seguro e a Somália é um inferno.
Em 1 minuto e meio depois de ter saído do carro, um cameraman de uma TV Australiana foi atropelado e, logo após a polícia ter abandonado o local, a equipa foi atacada. No meio disto tudo, há migrantes correctos também.
Assaltantes armados de Ak-47 perderam a batalha com os polícias Suecos. Um dos assaltantes foi morto:
Em algumas zonas, a polícia nem pode ir de carro. Segundo aviso da polícia a 17 de Fevereiro já do ano passado, a lei e a ordem estão a colapsar. Carros da polícia já foram atacados com objectos de vários tipos e até granadas. Na Dinamarca estes problemas também começam a surgir.
E, como sempre, a maioria dos políticos esconde a situação.
Este é um dos vídeos mais sugestivos:
Em 2015, a Suécia, um país com 9,5 milhões de habitantes, recebeu mais de 160000 pedidos de asilo e é estimado que até ao final de 2016 tenha acolhido 190000 refugiados (2% da população). O grau de violência dos crimes está a aumentar e a polícia começa a perder a batalha, e isto transformou o problema numa crise existencial para o país.
Seguem-se alguns vídeos relevantes:
No seguinte vídeo, o conhecido Paul Joseph Watson começa por referir que os assassinatos aumentaram 80% e em certas zonas começaram-se a ver crianças armadas. Os media estão a esconder a situação, há Somalis que estavam na Suécia que dizem que querem voltar para a Somalia porque é mais seguro e a Somália é um inferno.
Em 1 minuto e meio depois de ter saído do carro, um cameraman de uma TV Australiana foi atropelado e, logo após a polícia ter abandonado o local, a equipa foi atacada. No meio disto tudo, há migrantes correctos também.
Assaltantes armados de Ak-47 perderam a batalha com os polícias Suecos. Um dos assaltantes foi morto:
Em algumas zonas, a polícia nem pode ir de carro. Segundo aviso da polícia a 17 de Fevereiro já do ano passado, a lei e a ordem estão a colapsar. Carros da polícia já foram atacados com objectos de vários tipos e até granadas. Na Dinamarca estes problemas também começam a surgir.
E, como sempre, a maioria dos políticos esconde a situação.
Este é um dos vídeos mais sugestivos:
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