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segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Remover pesticidas e outros químicos dos alimentos

Apesar de serem uma grande ajuda para os agricultores, os pesticidas não são nada benéficos para a saúde. Por isso, se ainda não compra alimentos biológicos e orgânicos há sempre formas de tentar reduzir ao máximo o risco de ingestão de vestígios destes químicos. O site Health Digezt listou algumas formas simples que, apesar de não terem o sucesso absoluto garantido no que toca à eliminação destes vestígios, podem fazer uma grande diferença:


 Descascar. Nas frutas e vegetais cuja casca é fácil de remover, descascá-los é a forma mais eficaz de eliminar os pesticidas. Passar por água morna. Os especialistas sublinham que deve passar a água morna e não quente. Faça-o nas frutas e nos vegetais que não dão para descascar mas faça-o também naqueles que acabou de descascar, para garantir que remove todos os vestígios de pesticidas.

 Esfregue-os com um pano ou papel. Depois de lavada, esfregar bem uma peça de futa ou um vegetal com um pano limpo ou um pouco de papel de cozinha vai ajudar a remover qualquer pesticida.

Mergulhe-os em água salgada. Se receia que alguma fruta ou vegetal tenham demasiados pesticidas, mergulhe-os durante uns minutos numa bacia de água morna com uma colher de chá de sal grosso antes de os passar por água morna e de os limpar.

 Mergulhe-os em água com vinagre. Alguns pesticidas contêm certos químicos que são absorvidos pela casca do alimento. Uma boa forma de os remover é mergulhando os alimentos numa bacia com água e uma colher de sopa de vinagre.

 Spray DIY. Já há produtos para eliminar os pesticidas à venda no mercado mas pode fazer a sua própria versão caseira com uma colher de sopa de sumo de limão e duas colheres de sopa de bicarbonato de sódio. Coloque num frasco de spray, abane bem e borrife as frutas e os vegetais depois de os passar por água morna e antes de os secar. (fonte -NOTÍCIAS AO MINUTO)

 Iodo. Talvez um dos métodos mais eficazes, que pode inclusivamente ser utilizado em combinação com outros métodos citados acima. Ver vídeo do médico brasileiro Dr. Lair Ribeiro.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Na dieta dos Templários, qual o segredo de sua longevidade ?

Jazigo de um cavaleiro templário, Igreja do Templo, Londres.
Fundo: a mesma igreja.
O estudo e a produção de alimentos saudáveis é uma área na qual a ciência vem aplicando seus melhores recursos e conhecimentos.

Diversas especialidades da Medicina também se aplicam na análise das dietas mais apropriadas para a saúde dos variados tipos humanos, sadios e doentes, crianças, jovens e velhos, moradores da cidade, desportistas, e até astronautas.

Na Igreja Católica, as Ordens religiosas têm – ou tinham – normas especiais para a alimentação de seus membros em função de suas respectivas vocações e missões.

Encontramos desde Ordens penitenciais contemplativas de uma austeridade e penitências admiráveis e impressionantes, até Ordens dedicadas às actividades apostólicas, inclusive manuais, que têm um regime muito mais farto.

Os adversários da Igreja muitas vezes tentaram explorar os diversos graus de rigor das Ordens religiosas para debochar delas como exemplos de costumes atrasados, primitivos e em desacordo com a natureza humana, sua saúde e bem-estar.

Outras vezes, os mesmos difamadores espalham que os monges viviam uma vida desregrada em meio a comilanças e bebedeiras indescritíveis que lhes encurtavam a vida.

Agora, uma equipe internacional de professores de Medicina na revista científica ‘Digestive and Liver Disease’ apresentou um trabalho científico inesperado, cujo título diz tudo: “A dieta dos cavaleiros templários foi o segredo de sua longevidade?”

Os Templários – ordem extinta há séculos – pertenciam a uma categoria especial de Ordens religiosas: eram monges cavaleiros, portanto guerreiros, que se dedicavam a proteger os peregrinos na Terra Santa.

Nos tempos de paz mantinham hospedagens e hospitais imensos e modelares, gratuitos para todos. Também vigiavam estradas e locais perigosos, com tarefas análogas à das polícias militares e de fronteira modernas.

Em tempos de guerra, integravam as tropas de elite cristãs que combatiam contra o Islão e empreendiam campanhas em locais inóspitos ou insalubres, não raras vezes padecendo fome ou sede, constrangidos a comer miseravelmente ou beber água suspeita.

Essa vida peculiar os levava a seguir os conselhos de São Bernardo, de se manterem fortes e saudáveis para o momento de enfrentar os inimigos da Cruz.

Os autores do trabalho sobre a dieta dos frades templários são o Prof. Francesco Franceschi, docente do Instituto de Medicina Interna da Universidade Católica de Roma; o Prof. Roberto Bernabei, do Departamento de Gerontologia e Geriatria da Universidade Católica do Sagrado Coração de Roma; o Prof. Peter Malfertheiner, do Departamento de Gastrenterologia, Hepatologia e Doenças Infecciosas da Universidade Otto-von-Guericke de Magdeburg, Alemanha; e o Prof. Giovanni Gasbarrini, da Fundação de Pesquisas na Medicina ONLUS, de Bolonha, Itália.
Uma austeridade prudente mas sábia no comer
lhes proporcionava um vigor excepcional.
Jazigo de um cavaleiro Templário, Igreja do Templo, Londres

O facto é que os Templários, com uma vida guerreira e frequentes combates, tinham uma expectativa de vida de 30 anos acima da média de seus contemporâneos, cujas condições de vida eram muitas vezes muito mais folgadas e aconchegadas..

Os cientistas identificaram a explicação desse paradoxo no regime alimentar dos monges guerreiros.

Debruçando-se então nos documentos da era medieval em busca de uma explicação científica, chegaram à ideia de que a dieta ajudou esses monges-soldados a viver muito mais tempo que a média da época.

Naquela época, a expectativa de vida oscilava entre 25 e 40 anos. Mas, segundo as fontes históricas, muitos Templários não só viveram até 70 anos, mas eram também mais saudáveis e fortes.

Tudo isso contribuía a circundar a Ordem dos Cavaleiros do Templo com uma áurea de admiração e reverência. Nos afrescos e nas estátuas eles eram representados como homens altos e robustos, imponentes e cheios de vigor. E em geral eram assim.

Para isso não tinham nenhuma fórmula mágica, nem elixir fantasioso: sua excepcional longevidade e sua óptima saúde eram geralmente atribuídas a um dom divino, mas também se deviam muito provavelmente a sua Regra monástica, também inspirada pela graça.

O regime alimentar dos monges-guerreiros não era nada pobre, mas muito variado e, sobretudo, muito sadio quando analisado à luz do que ensina a dietética moderna.

Comiam pouca carne: não mais que duas ou três vezes por semana. Em seu lugar, muitos legumes e peixe, queijo, azeite e frutas frescas. Além do mais, deviam respeitar regras de higiene para ir à mesa, dispor o refeitório e os pratos, e dar grande atenção à qualidade do que comiam.

Os Templários, como os monges em geral, comiam com muita sabedoria e por isso se alimentavam melhor. As categorias sociais que não participavam dessa sabedoria podiam pecar por excesso ou carência num sentido ou noutro. Mas podiam bater sempre na porta dos conventos e serem acolhidos com generosidade na mesa dos religiosos.

Os monges hospitalários de São João de Jerusalém, mais conhecidos como Ordem de Malta, ainda hoje existentes, não podiam tomar refeições até terem garantido as dos doentes e romeiros dos quais cuidavam. Pela Regra, deviam tratá-los como se fossem o próprio Jesus Cristo.

Em todas as classes a obesidade era considerada símbolo de riqueza e bem-estar. As categorias sociais mais ricas em geral exageravam o consumo de carnes e gorduras. Por isso, observa o estudo, na nobreza eram frequentes a gota, a obesidade, a diabete e as doenças provocadas por altos níveis de colesterol e triglicerídeos.

Placa de bronze do século XII com três cavaleiros Templários das origens da Ordem.
Burrell Collection, Glasgow, Escócia.
Mas os Templários, que provinham em geral de famílias nobres, em virtude de uma dieta nutritiva, sã e equilibrada, gozavam de uma saúde decididamente melhor.

Assim diz o Dr. Franceschi no referido estudo: “A dieta dos Templários é muito moderna e prenuncia a dieta mediterrânea. Combatia todas essas doenças [acima mencionadas]: comiam pouca carne (duas vezes por semana), muitos legumes (três pratos por semana) que hoje se consume pouco, mas que incluem poderosos probióticos [“organismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, conferem benefício à saúde do hospedeiro”]; o peixe era muito frequente e na água acrescentavam suco de laranja para obter um efeito antibacteriano”.

Estavam proibidos de caçar e se dedicavam preferentemente à criação de peixes. Consumiam muitos frutos do mar e os especialistas consideram que agindo dessa maneira “se beneficiavam do efeito positivo dos ácidos gordos ómega-3 sobre os níveis hemáticos de colesterol e triglicerídeos, além do efeito antioxidante e antidepressivo dos moluscos”.

Mas não era só isso: os Cavaleiros Templários, obedecendo às disposições de sua Regra, lavavam as mãos antes das refeições, mantinham o refeitório sempre bem arrumado e as toalhas muito limpas.

Aqueles que executavam tarefas manuais de tipo camponês, por exemplo, não podiam servir os alimentos na mesa. Trata-se obviamente de regras de boa conduta que favorecem a higiene na mesa e previnem a difusão de infecções.

Nos documentos históricos transparece que também seu modo de beber era muito saudável. Bebiam em quantidades moderadas um vinho de palmeira de baixa graduação alcoólica, típico da Terra Santa, que, segundo o estudo, “tem uma propriedade antiplaquetária inteiramente semelhante à cardioaspirina”.

Acrescentavam polpa de Aloe vera, uma planta dotada de efeitos antissépticos e fungicidas muito útil nos países de clima desértico cálido. Bebiam a água misturada com suco de laranja para desinfetá-la e aproveitar o necessário aporte de vitamina C.

São Bernardo de Claraval escreveu a Regra dos cavaleiros templários.
Nela, definiu o regime alimentar que eles deviam cumprir religiosamente.
 Os Cavaleiros Templários seguiam a Regra De laude novae militiae, de São Bernardo de Claraval. Entre as cláusulas, várias são relativas à nutrição, aos alimentos e às formas de consumi-los:

VII – Sobre o refeitório do mosteiro: “Desejamos que façais vossas refeições em comum, num mesmo local, a saber, o refeitório”.

IX – Sobre a carne: “Na semana, exceptuados o Natal, a Páscoa ou a festividade de Nossa Senhora e de Todos os Santos, bastar-vos-á a carne em três ocasiões, porque comer habitualmente carne favorece um indesejável desgaste de vossos corpos. Porém, se um dia de jejum cair num dia de abstinência, guardareis uma quantidade abundante para o dia seguinte. Nos domingos, porém, parece-nos correto e viável que todos os cavaleiros professos e os capelães recebam dois pratos de carne para honrar a Santa Ressurreição”.

X – Como devem comer os cavaleiros: “Os irmãos em geral devem comer em pares, a fim de que um possa zelar pelo outro com cuidado para evitar os excessos e a falta de moderação na bebida”.

XI – Como nos demais dias, três pratos de vegetais serão suficientes: “Nos outros dias, quer dizer, segunda-feira, quarta-feira e sábado, acreditamos que dois ou três pratos de vegetais ou outros alimentos como sopas serão suficientes para todos”.

XII – O que pode ser comido nas Sextas-feiras: “Recomendamos a abstinência durante a Quaresma em honra da Paixão, a ser feita por toda a congregação exceptuados os débeis e doentes, e que assim seja até a Páscoa”.

XIII – Ação de graças após cada refeição: “Frações de pão devem ser distribuídas com amor fraterno aos servidores e aos necessitados”.

XV – A colação será por decisão do Mestre: “Quando o sol desce para o Ocidente, ao som de um sinal, como é costume na região, devemos rezar Completas, mas podemos tomar uma colação antes de ir para o acto. Esta colação fica a juízo e decisão do Mestre, que decidirá se vai ser tomada com água ou, se julgar com compaixão, com uma quantidade razoável de vinho temperado. Verdadeiramente a quantidade não deverá ser muito grande; deve ser moderada, uma vez que o vinho faz com que até os sábios esqueçam a sua religião”.

LXII – O alimento deve ser servido por igual: “Para todos os irmãos professos o alimento deve ser distribuído por igual, em função dos recursos do local”.

Como conclusão, os professores de medicina acreditam que a dieta e o estilo de vida podem ser a explicação da extraordinária longevidade dos Cavaleiros Templários.
E, se isto for verdadeiro, o ditado “aprender do passado” nunca se aplicou com tanta propriedade.

Fonte: Luis Dufaur





quinta-feira, 9 de junho de 2016

A Vitamina D poderia reparar danos Neurais na Esclerose Múltipla, sugere o estudo...

Uma proteína activada pela vitamina D pode estar envolvida na reparação de danos à mielina em pessoas com esclerose múltipla (EM), de acordo com uma nova pesquisa da Universidade de Cambridge.

O estudo, publicado no Journal of Cell Biology, oferece evidências significativas de que a vitamina D poderia ser um possível tratamento para a esclerose múltipla no futuro.

Os pesquisadores, a partir do MS Society Cambridge Centre for Myelin Repair, identificaram que a proteína receptora de vitamina D se pareia com uma proteína existente, chamada de receptor gama de RXR, já conhecida por estar envolvida na reparação da mielina, a bainha de protecção que envolve as fibras nervosas.

Pela adição de vitamina D para as células-tronco do cérebro onde as proteínas estavam presentes, eles descobriram que a taxa de produção de oligodendrócitos (células que produzem a bainha de mielina dos axônios) aumentou 80%.
Quando o receptor de vitamina D foi bloqueado para que não funcionasse, a proteína gama RXR por si só não foi capaz de estimular a produção de oligodendrócitos.

Na esclerose múltipla, o sistema imune ataca o próprio corpo e danifica a mielina, causando a interrupção das mensagens enviadas ao redor do cérebro e da medula espinhal; os sintomas são imprevisíveis e incluem problemas com a mobilidade e o equilíbrio, dor e fadiga severa.

O corpo tem uma capacidade natural para reparar a mielina, mas com a idade, este processo torna-se menos eficaz.

O professor Robin Franklin do MS Society Cambridge Centre for Myelin Repair e do Wellcome Trust-Medical Research Council Stem Cell Institute, que liderou o estudo, disse que: “Durante anos, os cientistas têm procurado uma maneira de reparar o dano à mielina. Até agora, a maioria das investigações sobre a vitamina D olhou para o seu papel na causa da doença. Este trabalho fornece evidências significativas de que a vitamina D está também envolvida na regeneração da mielina, uma vez que a doença foi iniciada. No futuro, poderíamos ver uma droga de reparação da mielina, que funcionaria por segmentação do receptor da vitamina D “.

Drª. Susan Kohlhaas, Chefe de Investigação Biomédica, no MS Society, disse: “Mais de 100 mil pessoas no Reino Unido têm esclerose múltipla, e encontrar tratamentos que podem retardar, parar ou reverter o agravamento da deficiência é uma prioridade para o MS Society. Nós agora gostariamos de ver mais estudos para entendermos se tomar suplementos de vitamina D poderia, com o tempo, ser um tratamento eficaz e seguro para as pessoas com esclerose múltipla”.

Ela continuou: “Por enquanto, esta é a fase inicial da investigação que tem sido feita no laboratório e mais trabalhos são necessários antes de sabermos se ele seria válido em pessoas com esclerose múltipla”.

Na sequência desta investigação, os cientistas precisam entender mais sobre a biologia subjacente deste receptor antes de considerar como o receptor da vitamina D poderia ser um alvo de estudos futuros, seguros e eficazes, em pessoas com esclerose múltipla.

Uma nova esperança!  Compartilhe!

Fonte: www.ageracaociencia.com


terça-feira, 26 de abril de 2016

Fontus: a garrafa que transforma o ar em agua


A garrafa capta a humidade do ar para conseguir armazenar água. A ideia é que os aventureiros nunca mais tenham de andar carregados com pesadas garrafas para poderem hidratar-se.

O jovem austríaco Kristof Retezár é o responsável por esta garrafa de água que, ao ser capaz de se encher sozinha, mais parece saída de um filme de ficção científica.

“Se és um aventureiro, sabes a ansiedade que é ficar sem água no meio de uma viagem, sendo que a última coisa que queres é ficar desidratado quando estás a quilómetros de casa”, começa por explicar na página do Indiegogo.

O principal objectivo da Fontus, assim ficou baptizada, é fazer com que os adeptos de aventuras radicais possam desfrutar por completo da experiência, sem terem que andar carregados com pesadas garrafas de água para matar a sede.

Para isso, a garrafa capta a humidade existente no ar através de um ventilador. De seguida, inicia um processo que condensa essa mesma humidade e armazena a água conseguida na própria garrafa.

A última tarefa passa por umas pequenas cápsulas que remineralizam a água e a convertem em água mineral própria para consumo.

Existem dois modelos disponíveis: a Airo, uma unidade autónoma que usa uma bateria solar para realizar o processo e que se liga à garrafa através de USB, e a Ryde, própria para levar na bicicleta e que aproveita o ar gerado pela velocidade do veículo para pressionar a humidade no interior da câmaras de condensação, sem a necessidade de recorrer a fontes de energia adicionais.

Neste momento, o projeto está à procura de financiamento através de uma campanha de crowdfunding e já ultrapassou estrondosamente o valor pretendido.

De acordo com as informações da página, os preços variam para cada modelo da garrafa, começando o valor mais baixo nos 165 dólares.

Fonte: ZAP / RT


domingo, 17 de maio de 2015

Portugueses andam a comer broa de milho transgénico e nem sabem

O Ministério da Agricultura está a investigar a identificação de milho transgénico na tradicional broa portuguesa. Um projecto científico europeu descobriu vestígios relevantes de milho geneticamente modificado em vários destes produtos, sem que isso esteja devidamente sinalizado no respectivo rótulo.

Dados apurados pelo jornal Público relevam que “a tradicional broa de milho está a ser feita em parte com milho geneticamente modificado, sem que o consumidor tenha disso qualquer conhecimento”.

A situação terá sido detectada no âmbito de uma investigação europeia levada a cabo pelo Projecto Price que estudou 11 países diferentes, incluindo Portugal, no sentido de apurar se os agricultores e os consumidores têm conhecimento de que as matérias-primas e/ou os alimentos que consomem contêm transgénicos.

“Análises a amostras recolhidas nalguns pontos do país revelam que nos distritos de Braga, Porto e Viana do Castelo há broa com milho transgénico em quantidades que obrigam a uma rotulagem específica”, o que não vem acontecendo, conforme atesta o Público.

Em Braga foi detectado quase 12% de milho transgénico na constituição da broa tradicional, enquanto em Viana do Castelo os números chegaram quase aos 10%. No Porto verificaram-se valores próximos dos 5%. Aveiro, Coimbra, Lisboa e Santarém surgem com valores residuais inferiores a 1% neste estudo do Projecto Price.

Quando um produto contém elementos transgénicos em quantidades superiores a 0,9%, é obrigatório que esse dado seja incluído no respectivo rótulo, algo que não estará a acontecer no caso das broas de milho analisadas.

Portugal é um dos poucos países da Europa onde a produção de milho geneticamente modificado se verifica.

Fonte: zap.aeiou.pt

terça-feira, 28 de abril de 2015

Fumo do tabaco torna super-bactéria ainda mais agressiva

Uma investigação levada a cabo por investigadores de diversos países descobriu que o fumo do tabaco torna a super-bactéria Staphilococcus Aureus ainda mais agressiva e mais resistente do que ela já é.

Trata-se da mais famosa super-bactéria resistente conhecida e esta equipa de cientistas apurou que, quando é exposta ao fumo do tabaco, fica ainda mais resistente à intervenção do sistema imunitário infectado.

“Já sabemos que fumar afecta a respiração humana e as células imunes e agora mostramos que, por outro lado, o fumo também pode reforçar bactérias invasoras e torná-las mais agressivas”, salienta a líder do estudo, Laura Crotty Alexander, da Universidade de San Diego na Califórnia, citada pelosite Sci-News.com.

A investigação apurou que o fumo do cigarro reforça esta super-bactéria promovendo uma alteração nas paredes das suas células, a um tal ponto que estas se tornam mais eficazes a afastarem os péptidos anti-microbianos, pequenas partículas de proteínas que o sistema imunitário utiliza para despoletar inflamações nas células bacterianas.

E, a quanto mais fumo do cigarro são expostas, mais resistentes se tornam, de acordo com o estudo.

Os investigadores concluíram ainda que estas super-bactérias também se tornaram mais eficientes na invasão e na aderência às células humanas desenvolvidas em laboratório, após a exposição ao fumo do tabaco.

“Os fumadores de cigarros são conhecidos por serem mais susceptíveis a doenças infecciosas. Agora temos provas de que a resistência desta super-bactéria induzida pelo tabaco pode ser um factor de contribuição adicional”, acrescenta Laura Crotty Alexander.

Fonte: zap.aeiou.pt

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

ALERTA - Cientistas afirmam que o vírus do Ébola chegará à Europa Ocidental até finais de Outubro.

Se isso não for uma espécie de alarmismo dos media... Bem ... Seremos postos à prova!
www.hispantv.ir/detail.aspx?id=291605#sthash.jmj74ycy.gbpl