quarta-feira, 24 de abril de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
O que nos metem nas veias ?
Mais uma época de
gripe, mais uma campanha de vacinação. Francisco George volta a pedir aos
portugueses para se vacinarem, especialmente as crianças e os idosos. Este é o
mesmo director- geral de Saúde que há três anos atrás, em plena crise de pânico
da gripe A, apelou à inoculação da Pandemrix: uma vacina que não tinha sido
devidamente testada e era considerada perigosa em vários países. A própria
GlaxoSmithKline - a companhia farmacêutica que a produziu - admitiu na semana
passada que cerca de 800 crianças desenvolveram narcolepsia após serem
inoculadas com a Pandemrix.
A gripe sazonal
também está a varrer os EUA, com as autoridades locais a declararem o estado
de emergência médica em várias cidades, e a dizerem ser "o pior surto de
gripe em dez anos". Mas existe um pormenor que vários investigadores norte-americanos têm vindo a afirmar, e que é ignorado pela
maioria da comunicação social: uma grande parte dos doentes contaminados com a
gripe neste Inverno tinham sido vacinados contra ela. As autoridades recusam
divulgar essas estatísticas, garantindo que a eficácia das vacinas é de 60%.
Actualmente estão a
ser comercializadas várias vacinas contra a gripe sazonal, que cumprem as
recomendações da Organização Mundial de Saúde. Tem sido possível encontrar
(pelo menos) quatro delas nas farmácias portuguesas: Fluad, Fluarix, Influvac e
Istivac. Quem consultar a lista de possíveis efeitos secundários, disponibilizada
nos folhetos informativos do Infarmed, encontra a síndrome de Guillain-Barré -
uma doença degenerativa do sistema nervoso, manifestada em dezenas de pessoas
que receberam a polémica Pandemrix.
A lista de
componentes destas quatro vacinas, igualmente divulgada nos folhetos
informativos, revela um cocktail de químicos tóxicos. Três das vacinas (duas
delas aconselhadas a crianças) contêm polissorbato 80 (também conhecido como
Tween 80), uma substância usada como emulsionante em produtos de beleza e que diversos
estudos associaram a convulsões, choques anafilácticos, abortos espontâneos e
infertilidade. Este é também um ingrediente da Gardasil, a vacina contra o HPV
que os últimos governos têm promovido às mulheres (e crianças) portuguesas. Nos
EUA, a Fluarix chegou a ser comercializada com a indicação de "não ter
sido avaliado o potencial carcinogénico ou mutagénico, nem de diminuição da
fertilidade".
Os folhetos do
Infarmed alertam a presença de "quantidades pequenas" de outros
componentes em várias destas vacinas: brometo de cetiltrimetilamónio (CTAB), um
desinfectante usado para esterilizar laboratórios; octoxinol, outro detergente
utilizado no processo de produção das vacinas, que pode danificar células e
causar tumores; gentamicina, "um antibiótico utilizado para tratar
infecções bacterianas" com a sua própria lista de efeitos secundários, na
qual muitos investigadores incluem a doença de Alzheimer; assim como neomicina
e deoxicolato de sódio - substâncias consideradas tóxicas para o sistema
imunitário. O formaldeído, um químico que várias entidades - como a Agência
Internacional para a Pesquisa sobre Cancro - classificaram como cancerígeno,
está presente nestas quatro vacinas.
Porque
não existe nenhum debate público em tomo dos componentes perigosos das
vacinas - todas elas, e não apenas as da
gripe? Porque não são divulgados os inúmeros benefícios da vitamina D ou de
remédios naturais como o alho cru? Muitos salientam que a indústria
farmacêutica gera biliões - mas será o lucro o único objectivo? Porque
recomendam às crianças portuguesas vacinas com um químico que pode causar
infertilidade? E porque nenhuma autoridade de saúde investiga a relação entre
a presença de materiais cancerígenos nas vacinas e a incrível epidemia de
várias formas de cancro - que duplicaram em apenas uma geração?
Fonte:
Basilio
Martins – Portugal Confidencial
O
Diabo – 29/Janeiro/2013
segunda-feira, 11 de março de 2013
domingo, 3 de março de 2013
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Cuba: viver no futuro...
Como Cuba sobreviveu em 1990 sem petroleo...
Um documentário que mostra como este país tem sido capaz de sobreviver às consequências do colapso da sua economia e falta de recursos como o petróleo barato, devido ao fim da antiga União Soviética.
Um grande exemplo de adaptação, que pode servir de base a uma estratégia de independência e resistência a um futuro, em que a falta (ou fácil acesso) a combustiveis fosseis é uma enorme probabilidade.
Um documentário que mostra como este país tem sido capaz de sobreviver às consequências do colapso da sua economia e falta de recursos como o petróleo barato, devido ao fim da antiga União Soviética.
Um grande exemplo de adaptação, que pode servir de base a uma estratégia de independência e resistência a um futuro, em que a falta (ou fácil acesso) a combustiveis fosseis é uma enorme probabilidade.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Leitura obrigatória - "Patriots" de James Wesley Rawles
Comecei a ler o livro Patriots - independentemente do desenrolar da novela ser ou não interessante (vamos ver) aquilo que li é um verdadeiro Manual (manancial) de sobrevivencialismo. Já comecei a riscar (sublinhar ) o livro todo... e estávamos "ligeiramente" errados sobre a durabilidade e conservação dos combustíveis (gasóleo tem que ser do mais rasca - pode chegar a 8 ou 10 anos....) E quantas outras coisas que vêm ao encontro do que já abordamos e temos realizado. Leitura obrigatória para todos. Encontramos no livro muitas referências sobre os livros do lendário Kurt Saxon, pai do sobrevivencialismo moderno (o próprio termo survivalism foi cunhado pelo mesmo) e figura extremamente carismática e polémica. Ao contrário de Rawles, quase todos os livros de Saxon abordam os aspectos práticos do sobrevivencialismo, desde a construção de abrigos improvisados e métodos de conservação de alimentos, ao fabrico artesanal de armas, munições e explosivos - Outro manancial de informações úteis para os sobrevivencialistas e leitura obrigatória!
LINK - PATRIOTS PDF EM ESPANHOL
LINK TORRENT - THE POOR MAN'S JAMES BOND, Kurt Saxon - Todos os volumes em inglês
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Meteoro na Russia: 514 feridos confirmados pelo governo
Hoje às 19:30 (hora de Lisboa) o asteróide 2012 DA14 passará próximo da Terra, segundo a Agência Espacial Norte Americana, não há risco de colisão. O asteróide tem 50 metros de diâmetro e 135.000 toneladas de peso.
O director do Observatório Astronómico de Lisboa disse à agencia Lusa que "não há nada" que ligue o meteoro que caiu na Rússia ao asteróide que vai passar perto da Terra. "Não há nada neste momento que se possa apontar que faça ligação entre estes dois fenómenos", referiu Rui Jorge Agostinho.
Será pura coincidência?
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